Considerações sobre a teoria do risco social

Maria Fernanda Escurra

Resumo


Este artigo aborda os enunciados teóricos de Giddens e Beck que influenciam os novos diagnósticos e prescrições de políticas de “enfrentamento” e “combate à pobreza” formulados por organismos internacionais, a partir de 2000. É a partir desse momento que a “teoria do risco social” ganha crescente destaque nas diretrizes que orientam as políticas sociais de países em desenvolvimento. Tais enunciados – sintetizados em propostas de “administração ou gestão do risco social”, “domínio de oportunidades arriscadas”, “iniciativa local”, “promoção de uma sociedade civil ativa” e tantas outras – prometem renovação e transformações, embora sustentem o triunfo do capitalismo, atualizando o discurso e as práticas conservadoras. 

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