Saúde e emancipação: contribuições do serviço social ao campo da resistência

Giliane Alves de Carvalho

Resumo


O objetivo deste artigo é debater a articulação entre os fundamentos do Projeto Ético Político do Serviço Social (PEP) e a concepção ideopolítica emancipatória de saúde pautada e defendida pelo Movimento Reforma Sanitária Brasileira (MRSB). Ao evidenciarmos o protagonismo e esforço intelectual cotidiano da categoria para construção de uma cultura de esquerda na profissão, negação da prática reiterativa, e efetivação do PEP, apontamos as potencialidades de contribuição do Serviço Social para alimentar uma contra hegemonia no campo da saúde pública, como expressão do fortalecimento da direção ético-política e teórico-metodológica, que tem como premissa o aprofundamento da teoria social crítica marxista para fortalecer um projeto societário emancipador.

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