Politicas sociais na américa latina: uma análise da teoria marxista da dependência

Mariangel Sánchez Alvarado

Resumo


A teoria marxista da dependência tem se convertido desde a época de 1960 em um corpo conceitual que explica as razões do surgimento e reprodução da América Latina de uma forma particular de capitalismo, ou seja, o dependente, no seio da sua inserção no sistema capitalista mundial. Esta teoria intenta colocar as bases matérias que explicam a dependência da região com os países imperialistas, superando a concepção politicista e partindo das categorias superexploração, separação entre a estrutura produtiva e as necessidades das massas e intercâmbio desigual, o qual também tem sido criticada por outros autores marxistas ao deixar de lado outros fatores que incidem na posição da América Latina na divisão internacional do trabalho como por exemplo a renda da terra. A partir desta teoria o qual compreende o lugar da América Latina na divisão internacional do trabalho, vai-se determinar suas particularidades, e ajuda para analisar as políticas sociais desde uma perspectiva que visibiliza as transformações destas, mostram uma mudança estratégica da classe dominante no atendimento da questão social na busca por obter legitimidade e governabilidade.

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Politicas

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