Ataques a reforma psiquiátrica por meio das organizações sociais (“os”)

Daiane Pereira Magalhães Moraes

Resumo


O presente trabalho é resultado das minhas inquietações surgidas primeiramente a partir da minha experiência na Residência Multiprofissional em Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde do Município do Rio de Janeiro, no período de março de 2016 a janeiro de 2018. E, posteriormente, a partir da minha inserção como Assistente Social do quadro efetivo de um Hospital Psiquiátrico. Objetiva problematizar os impactos que a gestão por “OS” tem trazido para o cuidado em saúde mental, comprometendo assim, os princípios da Reforma Psiquiátrica Brasileira. Aborda a situação atual de privatização da saúde mental no município do Rio de Janeiro, dando destaque para as repercussões no processo de trabalho. A metodologia utilizada está apoiada no relato da experiência citada, como também na revisão teórico-bibliográfica sobre a temática da saúde mental e das Organizações Sociais. A partir desse trabalho é possível inferir que as Organizações Sociais não estão cumprindo o seu papel de conduzir a “coisa pública” com maior eficiência.
Palavras-chave: saúde mental; reforma psiquiátrica; organizações sociais.

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