PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NA CLASSE HOSPITALAR: UM OLHAR FENOMENOLÓGICO E EXISTENCIAL SOBRE O BRINCAR

Hedlamar Fernandes Silva Lima, Hiran Pinel, Rodrigo Bravin

Resumo


Este artigo objetiva a descrever compreensivamente uma prática
pedagógica desenvolvida pelos autores junto a uma criança de seis anos de
idade, autonomeado “Naruto”, que possui um complexo e raro quadro clínico
denominado craniofaringioma dentro de uma classe hospitalar. Trata-se de uma
pesquisa qualitativa, descritiva e com inspiração fenomenológica (FORGHIERI,
2014) e (FREIRE, 1997). A produção dos dados se deu a partir da utilização de
um jogo. Os resultados apontam que o uso de uma prática pedagógica a partir
do uso do jogo torna-o uma ferramenta de relevância fundamental na construção
do conhecimento do educando, contribuindo para interação social da criança
internada e fortalecendo as relações interpessoais entre ela e o outro. O ato de
brincar se destaca com fundamental relevância no processo de
ensino/aprendizagem do paciente-aluno enquanto ser humano, pois não se trata
só de um momento de lazer, mas ao mesmo tempo, desvela o conhecimento da
criança, que será sentida e vivida para sua vida futura.
Palavras-chave: Classe Hospitalar. Educação inclusiva. Práticas educativas.


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