APRENDIZAGEM MATEMÁTICA POR UM ESTUDANTE COM BAIXA VI-SÃO: UMA EXPERIÊNCIA INCLUSIVA FUNDAMENTADA EM VYGOTSKI, LEONTIEV E GALPERIN

Flávio Lopes dos Santos, Nahun Thiaghor Lippaus Pires Gonçalves, Edmar Reis Thiengo

Resumo


Resumo: Esse artigo é parte de uma pesquisa de mestrado que discute a prática docente em uma Escola Estadual do Espírito Santo, a Educação Especial e seu processo na inclusão de um aluno com baixa visão em uma sala regular do Ensino Médio. Tendo como base teóricos como Vygotski, Leontiev e Galperin, analisamos o cotidiano do aluno e suas relações com a escola, a sala de aula e o processo adotado por alguns professores com o objetivo de incluir o aluno nas aulas de matemática. Diante da limitação visual do aluno, incluímos em nossa análise o ambiente escolar (o mobiliário), os materiais utilizados, a forma e tempo de avaliação e como a tecnologia pode ser empregada nesse contexto. No decorrer do conteúdo de matrizes e determinantes, acompanhamos apenas como ouvintes, para posteriormente propormos uma prática fundamentada na teoria das ações mentais por etapas proposta por Galperin, utilizando o computador como ferramenta pedagógica. A ferramenta que auxiliou o trabalho do aluno foi o Google Drive e o Google Planilhas. O uso do computador tornou fácil a ampliação do livro de didático e as planilhas auxiliaram o aluno na resolução de exercícios, substituindo o método tradicional de escrita. Vídeo aulas também foram disponibilizadas para reforçar os conceitos aprendido em sala de aula. Mesmo com as dificuldades apresentadas pela comunidade escolar, como professores, alunos e a família diante da limitação decorrente da deficiência, não podemos ameaçar a autonomia do aluno no processo ensino-aprendizagem, sendo esta um dos principais pontos de sua formação como cidadão.

 

Palavras-chave: Educação Especial. Galperin. Educação Matemática.


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