O TRABALHO E A MORTE EM AUSCHWITZ

Jéssica de Andrade Espindula

Resumo


Quando falamos em nazismo, uma das primeiras coisas que vêm à mente são os campos de concentração. E dos vários campos que foram construídos a partir de 1936, o maior foi Auschwitz. Porém, ao falar de Auschwitz, o associamos de imediato a câmaras de gás e a solução final.  O problema está exatamente nesse ponto, Auschwitz não era apenas um campo de extermínio, ele também era um campo de trabalho. Não podemos, é claro, ignorar o fato de que Auschwitz foi fundamental na execução da solução final. Porém, Também não podemos ignorar, que os campos eram laboratórios que demonstravam as crenças do regime, aonde realizavam experiências e que se tornou lucrativo. Grandes empresas como a I.G. Farben, abriram fábricas nos arredores do campo. O trabalho forçado também era utilizado como uma forma de extermínio e humilhação. Eram os próprios prisioneiros, no Sonderkommando, que preparavam os demais para as câmaras de gás e eliminavam os corpos nos crematórios, na tentativa de sobreviverem mais um dia. Além das fábricas que aproveitavam a mão de obra, no campo de concentração o trabalho dos prisioneiros se tornou fundamental. Afinal, eles que eliminavam as evidências. 


Texto completo:

PDF

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2016 Anais dos Encontros Internacionais UFES/PARIS-EST