O MINISTRO, O FIDALGO E AS CORTES: POLÍTICA LUSITANA NO SÉCULO XVIII SOB A ÓTICA DE SEBASTIÃO JOSÉ DE CARVALHO E MELO

Julio Cesar da Costa Silva

Resumo


Os monarcas europeus que reinaram no século XVIII conviveram com o fenômeno da Ilustração, algo que abarcou a Europa do período de maneira inegável. Tal movimento era crítico dos poderes reais estabelecidos, da sociedade e da maneira como as ideias eram difundidas entre seus intelectuais. No processo, os reinos precisariam que seus “Homens notáveis” (ministros, diplomatas e os próprios intelectuais) refletissem sobre os acontecimentos contemporâneos, buscando uma maneira de coexistir com este cenário político e científico, bem como absorvê-lo. Neste trabalho, teremos como foco a análise do caso português, dando ênfase a segunda metade no século XVIII, no reinado do monarca D. José I (1750-1777) e de um de seus ministros mais influentes, Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal. Buscaremos examinar a Corte Portuguesa, tendo como objeto a trajetória de ascensão política do próprio Carvalho e Melo, observando como se deu a relação entre o monarca, seu ministro e as cortes portuguesas. 


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