A FABULAÇÃO DA SOCIEDADE DO CONTROLE SOBERANO

Elizabete Gerlânia Caron Sandrini, Luis Eustáquio Soares

Resumo


O imperialismo americano é, sem dúvida, o produtor mundial da fabulação da sociedade do controle soberano. Essa sociedade, ao aproximar dois extremos, ou seja, a sociedade da soberania e a do controle, tem por objetivo inscrever uma submissão maquínica internacional da vida na terra. Como estratégia de dominação planetária, em nome de seu publicitário bioestilo civilizacional, utiliza-se das Novas Tecnologias da Comunicação e Informação (NTCIs) para, a partir do virtual, funcionar como falso genérico da communitas e da immunitas da vida coletiva. Assim, parodia a vida coletiva a partir do uso cínico do dispositivo biopolítico que acaba por produzir a tanatopolítica. Eis as categorias centrais para se estabelecer, neste artigo, uma reflexão sobre como se dá a fabulação da sociedade do controle soberano. Para tanto, tornaram-se imprescindíveis os argumentos teóricos, acerca do assunto em pauta, de Said (2011), Esposito (2002; 2013), Foucault (1999; 2005), dentre outros.

PALAVRAS-CHAVE: Fabulação. Sociedade do Controle Soberano. Novas Tecnologias da Comunicação e Informação. Communitas/Immunitas. Biotanatopolítica.

USA imperialism is undoubtedly the world's largest producer of fictions of society's sovereign control. This society, to bring two extremes, ie the society of sovereignty and control, aims to sign an international machinic submission of life on earth. As a global strategy of domination on behalf of their civilizational Bioestilo advertising, we use the New Information and Communication Technologies (NICTs) for, from the virtual function as generic False communitas and immunitas of collective life. So parodies the collective life, from the cynical use of bio-political device which ultimately yields the thanatopolitics. Here are the main categories to be established in this article, a reflection on how is the fable of society's sovereign control. To do so, they became indispensable theoretical arguments about the issue at hand, Said (2011), Esposito (2002; 2013), Foucault (1999; 2005), among others.

KEYWORDS: Fable. Society of sovereign control. New Technologies of Communication and Information. Communitas/Immunitas. Biotanatopolítica.

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