A CABEÇA CALVA DE DEUS: MICROCOSMO E MACROCOSMO

Christina Bielinski Ramalho

Resumo


RESUMO: Reflexões sobre o “plano literário” de A cabeça calva de Deus (2001), do cabo-verdiano Corsino Fortes, a partir do reconhecimento do lugar da fala autoral e da identificação do repertório vocabular simbólico que define o “uso da linguagem” na obra, com o objetivo principal de realçar a capacidade da obra de fazer do “microcosmo” Cabo Verde a metonímia de uma cosmovisão mais ampla, o “macrocosmo”, uma vez que a densidade metafórica dos poemas e suas possibilidades de associações com experiências alheias de vivência e sobrevivência abrigam a condição humano-existencial como um todo. A base teórica se sustenta nas reflexões de Silva e Ramalho sobre o gênero épico, e as reflexões críticas dialogam com a fortuna crítica representada por Ana Mafalda Leite, Mesquitela Lima, Adilson Gomes e Patrice Pacheco.

PALAVRAS-CHAVE: Épica cabo-verdiana – Corsino Fortes. Corsino Fortes – A cabeça calva de Deus. A cabeça calva de Deus – Crítica e interpretação.

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