FÓRUNS DE TRABALHADORAS E TRABALHADORES DO SUAS: MOVIMENTO DE RESISTÊNCIA FRENTE AS CONTRARREFORMAS DO ESTADO

  • Solange Emile Berwig Unipampa
  • Jeane Andrea Ferraz Silva UFES
  • Gissele Carraro PUC-RS

Resumo

Este artigo é resultante da pesquisa que se dedicou a desvendar a realidade das condições e relações de trabalho dos/das trabalhadores/as do Sistema Único de Assistência Social. A reflexão tecida com base nos dados identificados demonstrou as condições e relações de trabalho a que estão submetidos/as os/as trabalhadores/as do SUAS, que apontam para a intensificação da precarização das relações laborais em decorrência do processo de reestruturação do trabalho e das contrarreformas executadas pelo Estado no campo da Assistência Social. Identificou-se também o movimento de resistência que vem se consolidando entre os/as trabalhadores/as do SUAS frente aos desmontes da política de Assistência Social através da organização coletiva nos Fóruns de Trabalhadoras e Trabalhadores do SUAS.

Biografia do Autor

Solange Emile Berwig, Unipampa
Doutora em Serviço Social pela PUC-RS. Professora do Curso de Serviço Social da Universidade Federal do Pampa – UNIPAMPA, Campus São Borja. Integrante do Grupo de Pesquisa: Trabalho, Formação Profissional em Serviço Social e Política Social na América Latina.
Jeane Andrea Ferraz Silva, UFES
Doutora em Serviço Social/Programa de Pós-Graduação em Serviço Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ); Assistente Social, professora do Departamento de Serviço Social e do Programa de Pós-Graduação em Política Social/UFES; Vice-Coordenadora do Grupo de Estudos Fundamentos da Teoria Social Crítica, Serviço Social e Política Social (INTERFACES/UFES)
Gissele Carraro, PUC-RS

Assistente Social. Bolsista PNPD/CAPES e Professora Colaboradora do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da PPGSS/PUCRS. Doutora em Serviço Social. Integrante do Grupo de Teoria Marxiana, Ensino e Políticas Públicas.

Publicado
2019-06-25
Seção
Mesa coordenada Contrarreformas e Política de Assistência Social: retrocessos e resistências