A experiência da espera no cinema de fluxos contemporâneo

Erly Vieira Júnior

Resumo


Este artigo pretende analisar, dentro do chamado “cinema de fluxo” contemporâneo, os mecanismos que envolvem sensivelmente o espectador a partilhar da experiência da espera vivenciada pelos corpos filmados. Para isso, serão analisados os filmes Que horas são aí? (Tsai Ming-Liang, 2001), O céu de Suely (Karim Aïnouz, 2006) e Gerry (Gus Van Sant, 2002).

Palavras-chave


realismo sensório; cinema e corpo; cinema contemporâneo; cinema de fluxo

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