COMUNICAÇÃO E RESISTÊNCIA NO AGLOMERADO DE BAIRROS NORDESTE DE AMARALINA

  • Naiane Silva Santos Universidade Federal da Bahia

Resumo

O presente trabalho deriva de uma pesquisa desenvolvida sobre a comunicação e a resistência no Aglomerado de Bairros Nordeste de Amaralina. Tem por objeto identificar os processos de resistências que os moradores dos bairros populares fazem uso para subverterem a lógica hegemônica das metrópoles e existirem dentro das mesmas ante o avanço cada vez mais forte da globalização. Para isso, analisa as formas de comunicação existentes nesses lugares, mostrando como a comunicação desempenha um papel fundamental na manutenção das dinâmicas sociais e contribui para o fortalecimento das relações, das questões identitárias, e culturais, uma vez que ela tem o poder de difundir ideias e unir objetivos em comum. 

Biografia do Autor

Naiane Silva Santos, Universidade Federal da Bahia
Instituto de Geociências - Departamento de Geografia

Referências

BORDENAVE, Juan E. D. O Que é Comunicação. São Paulo: Brasiliense. 1997. 105p.

BRASIL, Lei nº 9.612, de 19 de fevereiro de 1998. Institui o Serviço de Radiodifusão Comunitária e dá outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/LEIS/L9612.htm Acesso em: 06 de julho de 2019.

DAVIS, Mike. Planeta Favela. São Paulo: Boitempo, 2006. 272p.

DIAS, Clímaco C. S. Práticas socioespaciais e processos de resistência na grande cidade: relações de solidariedade nos bairros populares de Salvador. 2018. 286p. Tese (Doutorado em Geografia Humana) – Instituto de Geociências, Universidade Federal da Bahia.

SANTOS, Milton. Pobreza Urbana. 1 ed. São Paulo, Recife: HUCITEC, 1978. 120p.

SANTOS, Milton, A Natureza do Espaço: Técnica e Tempo. Razão e Emoção. São Paulo: HUCITEC, 1996.

SANTOS, Milton. A natureza do Espaço: Técnica e Tempo, Razão e Emoção. 4 ed. 5 reimpressão. São Paulo: EDUSP, 2009.

SERPA, Ângelo. Lugar e Mídia. São Paulo: Contexto, 2011.

Publicado
2019-12-07
Seção
GT-10: Práticas culturais na produção da cidade