“TUDO MUDA, MAS NADA MUDA”: A DESIGUAL PARTICIPAÇÃO DE HOMENS NO TRABALHO DOMÉSTICO
Abstract
Resumo: O artigo visa desvelar como a divisão sexual do trabalho se expressa a partir da relação vida profissional/vida familiar no cotidiano de homens de classe média/média alta e populares. Analisaremos como se efetiva a participação destes homens no trabalho doméstico da cidade de Mossoró-RN e como compreendem a divisão sexual do trabalho, tendo em vista que pesquisas constatam um aumento da participação dos homens nas atividades domésticas, contudo, a responsabilização por tais atividades ainda é quase que exclusivamente das mulheres. Tomamos como referencial a divisão sexual do trabalho, as relações patriarcais de gênero, bem como o método materialista histórico-dialético.
Palavras-chave: Divisão sexual do trabalho; Trabalho doméstico; Relações patriarcais de gênero.
References
AZEVEDO, A. M. P. et al. Asma, natação e exercícios respiratórios para crianças. In: X Encontro de Extensão UFPB-PRAC, 2008. Disponível em: http://www.prac.ufpb.br/anais/xenex_xienid/x_enex/ANAIS/Area6/6CCSDEFOUT01.pdf Acesso em: 04 jan. 2017.
BECKER, V. S. Indicadores para detecção, seleção e promoção de talentos no esporte – natação. 2012. 75 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Curso de Educação Física, Departamento de Educação Física, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2012.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. (Org.). Diretrizes de Atenção: à Reabilitação da Pessoa com Transtornos do Espectro do Autismo (TEA). 2014. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizes_atencao_reabilitacao_pessoa_autismo.pdf>. Acesso em: 04 jan. 2017.
CANOSSA, S. et al. Ensino multidisciplinar em natação: reflexão metodológica e proposta de lista de verificação. Revista Motriz, v. 3, n. 4, p. 82-99, 2007.
CHICON, J. F.; SÁ, M. G. S.; FONTES, A. S. Natação, Ludicidade e Mediação: a Inclusão da Criança Autista na Aula. Revista da Sobama, v. 15, n. 1, p. 15-20, 2014. Disponível em: <http://200.145.171.5/revistas/index.php/sobama/article/view/3797/2837>. Acesso em: 28 out. 2017.
FERNANDES, J. R. P.; COSTA, P. H. L. Pedagogia da natação: um mergulho para além dos quatro estilos. Revista Brasileira Educação Física Esporte, São Paulo, v. 20, n. 1, p. 5-14, 2006.
GAMA, E. F. et al. Influência da natação na percepção corporal. Revista Brasileira de Ciência e Movimento, v. 17, n. 2, 2009.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2008
LÉPORE, M. Programas Aquáticos Adaptados. São Paulo: Atheneu, 1999.
LOURENÇO, C. C. V. et al. Avaliação dos Efeitos de Programas de Intervenção de Atividade Física em Indivíduos com Transtorno do Espectro do Autismo. Rev. bras. educ. espec., Marília, v. 21, n. 2, p. 319-328, jun. 2015.
MACHADO, D. C. Natação: iniciação ao treinamento. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária Ltda., 2006.
MIRANDA, D. B. P. A. Programa específico de natação para crianças autistas. 2011. 93 f. Dissertação (Mestrado), Curso de Educação Física, Escola Superior de Educação Almeida Garrett, Lisboa, 2011. Disponível em: <http://recil.grupolusofona.pt/jspui/handle/10437/1479>. Acesso em: 09 out. 2016.
MOREIRA, L. Os Benefícios da Natação Infantil no Processo de Alfabetização. Disponível em: http://www.cdof.com.br/natacao6.htm. Acesso em: 09 out. 2016.
Organização Mundial da Saúde (OMS). Classificação internacional de funcionalidade, incapacidade e saúde. São Paulo: Edusp, 2008.
______. Classificação de Transtornos Mentais e do Comportamento da CID – 10: Descrições Clínicas e Diretrizes Diagnósticas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.
PIAGET, J. A psicologia da criança. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998, p. 27-28.
RODRIGUES, C.; FREITAS, A.; MACEDO, M. A prática da natação como melhora na socialização em crianças de 12 a 14 anos. Revista Meta Science. Rio de Janeiro. 2007.
SENRA, J. A importância da natação na primeira infância segundo a psicomotricidade. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Pós-Graduação “Lato Sensu” em Psicomotricidade). Pós-Graduação Lato Sensu em Psicomotricidade, Universidade Candido Mendes, Rio de Janeiro, 2005.
SOUZA, G. Benefícios da utilização de materiais para o desenvolvimento psicomotor dentro do ensino da natação em crianças até 6 anos. 2004. Trabalho de Conclusão de Curso (Pós-Graduação “Lato Sensu” em Psicomotricidade). Pós-Graduação Lato Sensu em Psicomotricidade, Universidade Candido Mendes, Rio de Janeiro, 2004.
STEINER, C. E.; FARIA, A. P. M. Autismo: Um diagnóstico também do pediatra. Pediatria Moderna, São Paulo, v. 35, n. 5, p. 279-286, 1999.
TAHARA, A. K. O elemento lúdico presente em escolas de natação para crianças. Revista Fafib On Line, n. 3, 2007.
TAHARA, A. K.; SANTIAGO, D. R. P.; TAHARA, A. K. As atividades aquáticas associadas ao processo de bem-estar e qualidade de vida. Revista Digital. Buenos Aires, n. 103. Dezembro, 2006.
TEIXEIRA, S. Jogos, brinquedos, brincadeiras e brinquedoteca implicações no processo de ensino, aprendizagem e desenvolvimento. 2. ed. Rio de Janeiro: Wak, 2012.
ZULIETTI, L. F.; SOUSA, I. L. R. A aprendizagem da natação do nascimento aos 6 anos: fases de desenvolvimento. Revista Universitária, São José dos Campos, v. 9, n. 17, p.12-17, 2002.