O MOVIMENTO SOCIAL FEMINISTA E AUTONOMIA DAS MULHERES
Abstract
Resumo: O feminismo como movimento social, busca igualdade, liberdade, direitos e oportunidades para as mulheres, rompendo papéis sociais construídos e padrões postos, ao longo da história, pela existência do patriarcado, sexismo e capitalismo nas suas vidas. Existência da autonomia, como princípio norteador para a auto representação, ação política e financeira das mulheres, independente de atuação de ONGs, partidos ou instituições, militando em nome do movimento. Trazemos assim, as vivencias e as várias experiências femininas. Na contemporaneidade, vemos o processo de desonguização, na construção do sujeito político organizado, autônomo em coletivo total.
Palavras-chave: Movimento social; Feminismo; Autonomia; ONGs; Coletivo Total.
References
Cardiologia SBd, Hipertensão SBd, Nefrologia SBd. VII Diretrizes Brasileiras de Hipertensão. In: Nobre F, editor. Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Bodanese, Luiz Carlos ed. Rio de Janeiro: SBC; 2016. p. 01.
Lotufo PA. Epidemiologia da Hipertensão Arterial no Brasil. In: Timerman CVSJA, Stefanini E, editors. Tratado de Cardiologia SOCESP. Barueri, São Paulo: Manole; 2009. p. 10.
Bortolotto LA, Praxedes JN. Hipertensão Secundária. In: Timerman CVSJA, Stefanini E, editors. Tratado de Cardiologia SOCESP. Barueri, São Paulo: Manole; 2009. p. 23.
Cardiologia SBd, Hipertensão SBd, Nefrologia SBd. VII Diretrizes Brasileiras de Hipertensão. In: Nobre F, editor. Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Bodanese, Luiz Carlos ed. Rio de Janeiro: SBC; 2016. p. 67.
Viera AJ, Neutze DM. Diagnosis of secondary hypertension: an age-based approach. Am Fam Physician. 2010;82(12):1471-8.
Gupta V. Mineralocorticoid hypertension. Indian J Endocrinol Metab. 2011;15 Suppl 4:S298-312.
Abad-Cardiel M, Alvarez-Álvarez B, Luque-Fernandez L, Fernández C, Fernández-Cruz A, Martell-Claros N. Hypertension caused by primary hyperaldosteronism: increased heart damage and cardiovascular risk. Rev Esp Cardiol (Engl Ed). 2013;66(1):47-52.
Sánchez-de-la-Torre M, Campos-Rodriguez F, Barbé F. Obstructive sleep apnoea and cardiovascular disease. Lancet Respir Med. 2013;1(1):61-72.
Onusko E. Diagnosing Secondary Hypertension. American Family Physician. 2003:7.
Omura M, Saito J, Yamaguchi K, Kakuta Y, Nishikawa T. Prospective Study on the Prevalence of Secondary Hypertension among Hypertensive Patients Visiting a General Outpatient Clinic in Japan. Hypertens Res. 2004;27(3):10.
IBM SPSS statistics for windows. 22.0 ed. Armonk, NY: IBM Corp.; 2013.
Hipertensão arterial sistêmica secundária Rev Bras Hipertens vol.17(1):44-51, 2010. VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão – DBH VI
Pimenta E, Calhoun D, Oparil S. Mecanismos e tratamento da hipertensão arterial refratária. Arq. Bras. Cardiol. vol.88 no.6 São Paulo. Junho, 2007.
Judd E, Calhoun DA. Apparent and true resistant hypertension: definition, prevalence and outcomes. J Hum Hypertens. 2014;28(8):463-8.
Alessi A, Brandão AA, Coca A, Cordeiro AC, Nogueira AR, Diógenes de Magalhães F, et al. First Brazilian position on resistant hypertension. Arq Bras Cardiol. 2012;99(1):576-85. Erratum in: Arq Bras Cardiol. 2013;100(3):304.
Azevedo A, Costa A. A estreita porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS): uma avaliação do acesso na Estratégia de Saúde da Família. The narrow entrance door of Brazil’s National Health System (SUS): an evaluation of accessibility in the Family Health Strategy. Interface - Comunic., Saude, Educ. Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães, Fundação Oswaldo Cruz (CPqAM/Fiocruz). 2007.
Pereira A, Cordeiro A, Nogueira A. Hipertensão arterial sistêmica secundária. J. Bras. Nefrol. vol.32 supl.1 São Paulo Sept. 2010
A saúde no Brasil, impasses e desafios enfrentados pelo Sistema Único de Saúde - SUS. Rev. Psicol. Saúde vol.5 no.1 Campo Grande jun. 2013.
Monhart, V. Hypertension and chronic kidney diseases. Cor Et Vasa, [s.l.], v. 55, n. 4, p.397-402, ago. 2013.
Elliott WJ, Secondary hypertension: renovascular hypertension. In: Black HR, Elliott WG (eds). Hypertension: a companion to Braunwald’s heart disease. Philadelphia: Saunders, Elsevier; 2007. p. 93-10
Cardiologia SBd, Hipertensão SBd, Nefrologia SBd. VII Diretrizes Brasileiras de Hipertensão. In: Nobre F, editor. Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Bodanese, Luiz Carlos ed. Rio de Janeiro: SBC; 2016. p. 67.
Safian RD, Textor SC. Renal-artery stenosis. N Engl J Med.2001;344(6):431-42.
Sjöström C, Lindberg E, Elmasry A, Hägg A, Svärdsudd K, Janson C. Prevalence of sleep apnea and snoring in hypertensive men: a population based study. Thorax. 2002;57(7):602-7.
Drager LF, Genta PR, Pedrosa RP, Nerbass FB, Gonzaga CC, Krieger EM, et al. Characteristics and predictors of obstructive sleep apnea in patients with systemic hypertension. Am J Cardiol. 2010;105(8):1135-9.
Pedrosa RP, Drager LF, Gonzaga CC, Sousa MG, de Paula LK, Amaro AC, et al. Obstructive sleep apnea: the most common secondary cause of hypertension associated with resistant hypertension. Hypertension. 2011;58(5):811-7.
Muxfeldt ES, Margallo VS, Guimarães GM, Salles GF. Prevalence and associated factors of obstructive sleep apnea in patients with resistant hypertension. Am J Hypertens. 2014;27(8):1069-78.
Sullivan CE, Issa FG, Berthon-Jones M, Eves L. Reversal of obstructive sleepapnea by continuous positive airway pressure applied through the nares.Lancet. 1981;1(8225):862-5.
Chao CT, Wu VC, Kuo CC, Lin YH, Chang CC, Chueh SJ, et al. Diagnosis and management of primary aldosteronism: an updated review. Ann Med. 2013;45(4):375-83