CRISE ESTRUTURAL DO CAPITAL E IMPACTOS NA EDUCAÇÃO SUPERIOR
Résumé
Resumo: A contemporaneidade é caracterizada por aprofundamento da crise estrutural do capital e suas estratégias de recomposição das taxas de lucratividade. Nesse processo, a educação superior vem se apresentando como um grande “nicho lucrativo” para o mercado. Nesse sentido, o presente artigo objetiva analisar as tendências e contradições da educação superior considerando que a expansão de cursos de nível superior nas instituições privadas e não-universitárias ganhou destaque nos governos do PT, no contexto das transformações do capital e seus rebatimentos na educação superior brasileira.
Palavras-chave: Crise do capital; Governos do PT; Educação Superior.
Références
BARBOSA, M. C. S. Três notas sobre a formação inicial e a docência na Educação Infantil. In: Cancian, Viviane A.; Gallina, Simone F. S.; Weschenfelder, Noeli. Pedagogias das infâncias, crianças e docências (Livro 2). Brasília: Ministério da Educação, Secretaria da Educação Básica, 2016.
BENJAMIN, W. Experiência e pobreza. São Paulo: Brasiliense, 1993.
BRAILOVSKY, D. Didáctica del nivel inicial en clave pedagógica. Buenos Aires: Novedades educativas, 2016.
BRASIL. 9.394. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial. 20 dez. 1996, Sec. 1, p. 27834–27841.
BRASIL. Resolução CNE/CP no 05, de 13 de dezembro de 2005. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, Licenciatura. Brasília: MEC/CNE, 2005.
BRASIL. Resolução CNE/CP no 1, de 15 de maio de 2006. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, Licenciatura. Brasília: MEC/CNE, 2006.
CARVALHO, R. S. DE; RADOMSKI, L. L. Imagens da docência com bebês: problematizando narrativas de professoras de creche. Série estudos (Campo Grande), v. 22, n. 44, p. 41–59, 2017. ISSN 2318-1982. Disponível em: <http://www.serie-estudos.ucdb.br/index.php/serie-estudos/article/view/1015>. Acesso em: 10 jul. 2017.
DAGNONI, A. P. R. Quais as fontes de saberes das professoras de bebês. Dissertação (Metrado em Educação) — Itajaí: Universidade do Vale do Itajaí, 2011.
DEMARTINI, P. Professoras de crianças pequenininhas: um estudo sobre as especificidades dessa profissão. Dissertação (Metrado em Educação) - Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2003.
DOMINGO, J. C.; FERRÉ, N. P. DE L. Investigar la experiencia educativa. Madrid: Ediciones Morata, 2010.
DRUMOND, V. Estágio e formação de docentes de Educação Infantil em cursos de Pedagogia. Olh@ res, v. 1, n. 1, p. 183–206, 2013.
DUARTE, F. Professoras de bebês: as dimensões educativas que constituem a especificidade da ação docente. Dissertação (Metrado em Educação) — Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2011.
DUARTE, R. As reações das educadoras diante dos bebês e suas demandas no cotidiano das creches. Dissertação (Metrado em Educação) - Florianópolis: Universidade do Vale do Itajaí, 2012.
FARIA, A. L. G. A contribuição dos parques infantis de Mário de Andrade para a construção de uma pedagogia da educação infantil. Educação & Sociedade, v. 20, n. 69, p. 60–91, dez. 1999.
FARIA, A. L. G. Apresentação. In: GEPEDISC – Culturas Infantis. Culturas infantis em creches e pré-escolas: estágio e pesquisa. Campinas: Autores Associados, 2011. p. 8–17.
FARIA, A. L. G.; RICHTER, S. R. S. Apontamentos pedagógicos sobre o papel da arte na educação da pequena infância: como a pedagogia da educação infantil encontra-se com a arte? In: Experiencing art in early years: learning and development processes and artistic language. Bologna: Edizioni Pendragon, 2009. p. 103–25.
FREITAS, M. C. O coletivo infantil: o sentido da forma. In: FARIA, A. L. G. DE (Ed.). O coletivo infantil em creches e pré-escolas: falares e saberes. São Paulo: Cortez, 2007. p. 7–13.
GATTI, B. A.; NUNES, M. N. R. Formação de professores para o ensino fundamental: estudo de currículos das licenciaturas em pedagogia, língua portuguesa, matemática e ciências biológicas. Fundação Carlos Chagas, Relatório de Pesquisa. v. 29, p. 155, 2009.
GATTI, B.; BARRETTO, E. S. DE S. (EDS.). Professores do Brasil: impasses e desafios. Brasília: Unesco, 2009.
GUNNARSSON, L. A política de cuidado e educação infantil na Suécia. In: ROSEMBERG, F.; CAMPOS, M. M. (Eds.). Creches e Pré-escolas no Hemisfério Norte. São Paulo: Cortez e FCC, 1994. p. 135–188.
KISHIMOTO, T. M. Encontros e desencontros na formação dos profissionais de educação infantil. In: MACHADO, M. L. (Ed.). Encontros e desencontros em educação infantil. São Paulo: Cortez, 2002. p. 107–115.
KISHIMOTO, T. M. Pedagogia e a formação de professores (as) de Educação Infantil. Pro-Posições, v. 16, n. 3, p. 181–193, 2005.
KUHLMANN JR., M. Educação infantil e currículo. In: FARIA, A. L. G. DE; PALHARES, M. S. (Eds.). Educação infantil pós-LDB: rumos e desafios. Campinas: Autores Associados, 1999. p. 7–9.
LIMA, M. E. C. DE C.; GERALDI, C. M. G.; GERALDI, J. W. O trabalho com narrativas na investigação em educação. Educação em Revista, v. 31, n. 1, p. 17–44, mar. 2015.
MALAGUZZI, L. História, ideias e filosofia básica. In: EDWARDS, C.; GANDINI, L.; FORMAN, G. (Eds.). . As cem linguagens da criança: A abordagem de Reggio Emilia na educação da primeira infância. Porto Alegre: Artmed, 1999. p. 59–127.
NÓVOA, A. O regresso dos professores. Campo Grande: OMEP, 2014.
OSTETTO, L. E.; LEITE, M. I. Arte, infância e formação de professores: autoria e transgressão. Campinas: Papirus, 2004.
PIMENTA, S. G.; LIMA, M. S. L. Estágio e docência: diferentes concepções. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2012.
PIMENTA, S. G.; FUSARI, J. A formação de professores para a Educação Infantil e para os anos iniciais do Ensino Fundamental: análise do currículo dos cursos de Pedagogia de instituições públicas e privadas do Estado de São Paulo. Anais... In: XVII ENCONTRO NACIONAL DE DIDÁTICA E PRÁTICAS DE ENSINO–ENDIPE. Fortaleza, 2014.
RICHTER, S. R. S.; BARBOSA, M. C. S. Os bebês interrogam o currículo: as múltiplas linguagens na creche. Educação (UFSM), v. 1, n. 1, p. 85–96, 2010.
ROCHA, E. A. C. A pedagogia e a educação infantil. Revista Brasileira de Educação (ANPED), n. 16, p. 27–34, abr. 2001.
RODRIGUES, C. C. Entre fraldas e cantigas: os processos de constituição profissional de professoras de crianças de 0 a 3 anos. Dissertação (Metrado em Educação)—Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2009.
ROSEMBERG, F.; CAMPOS, M. M. Creches e pré-escolas no Hemisfério Norte. São Paulo: Cortez, 1994.
ROSEMBERG, F. Bebês e creche: discursos e políticas. Educação, Cultura, Pesquisa e Projetos de Desenvolvimento: o Brasil do Século XXI. Anais. In: 35a REUNIÃO ANUAL DA ANPED. Porto de Galinhas: ANPED, 2012
RUSSO, D. De como ser Professor sem dar Aulas na Escola da Infância (III). Revista Eletrônica de Educação, v. 2, n. 2, p. 125–148, 2008.
SCHMITT, R. V. Mas eu não falo a língua deles!: as relações sociais de bebês num contexto de educação infantil. Dissertação (Metrado em Educação) — Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2008.
SECANECHIA, L. P. DE Q. Uma interpretação à luz da ideologia de discursos sobre bebês e a creche captado em cursos de pedagogia da cidade de São Paulo. Dissertação (Mestrado em Psicologia Social) — São Paulo: Faculdade de Psicologia, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2011.
SILVA, A. S. DA. A professora de educação infantil e sua formação universitária. Tese (Doutorado em Educação) — Campinas: Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), 2003.
TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002.
TRISTÃO, F. C. D. Ser professora de bebês: um estudo de caso de uma creche conveniada. Dissertação (Mestrado em Educação) Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2004.