ESTRUTURA AGRÁRIA BRASILEIRA: RESISTÊMCIA E ENFRENTAMENTO DO MOVIMENTO DOS TRABALHADORES SEM TERRA (MST)
Resumo
Resumo: As desigualdades sociais expressas no cotidiano da classe trabalhadora, bem como as formas de resistência destes, sempre obtiveram centralidade nas análises teóricas do Serviço Social e na orientação hegemônica atribuída a intervenção profissional. Este artigo procura contribuir com a reflexão sobre a estrutura agrária brasileira, como esta implica na vida dos camponeses e a influência política do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), na formulação de estratégias de resistência e enfrentamento ao latifúndio. Objetiva apontar o Serviço Social como uma profissão capaz de oferecer importante contribuição aos trabalhadores em luta pela terra.
Palavras-chave: Estrutura Agrária; Serviço Social; MST.
Referências
CFESS. Conselho Federal de Serviço Social. Notícia. Vêm aí eleições extraordinária do Conjunto CFESS-CRESS. Brasília, 03 jun., 2017. Disponível em: < http://www.cfess.org.br/visualizar/noticia/cod/1381>. Acesso em: 28 ago. 2017.
______. Edital de Convocação. Brasília, 06 de jul., 2017b. Disponível em: < http://www.cfess.org.br/js/library/pdfjs/web/viewer.html?pdf=/arquivos/Edital-ProcessoEleitoralCfessCress-Extraordinario.pdf>. Acesso em: 28 ago. 2017.
CHESNAIS, François. A mundialização do Capital. São Paulo: Xamã, 1996.
COUTINHO, Carlos Nelson. O estruturalismo e a miséria da razão. São Paulo: Expressão Popular, 2010.
DIAS, Edmundo Fernandes. “Reestruturação produtiva”: forma atual da luta de classes. Outubro Revista, vol. 01, 1998. Disponível em: < http://outubrorevista.com.br/reestruturacao-produtiva-forma-atual-da-luta-de-classes/>. Acesso em: 28 ago. 2017.
FERNANDES, Floresta. A revolução burguesa no Brasil – Ensaio de interpretação sociológica. São Paulo: Globo, 2005.
______. Sociedade de classes e subdesenvolvimento. São Paulo: Global Editora, 2008.
HARVEY, David. A condição pós-moderna. São Paulo: Edições Loyola, 2012.
HELLER, Agnes. O Cotidiano e a História. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2000.
IAMAMOTO, Marilda Villela; CARVALHO, Raul de. Relações sociais e Serviço Social no Brasil: esboço de uma interpretação histórico-metodológica. São Paulo: Cortez, 2009.
KOSÍK, KAREL. Dialética do Concreto. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976.
MARX, Karl. O Capital: crítica da economia política – Livro I – o processo de produção do capital. São Paulo: Boitempo, 2015.
______; ENGELS, Friedrich. A ideologia alemã. São Paulo: Boitempo, 2007.
MAZZEO, Antonio Carlos. Estado e burguesia no Brasil: origens da autocracia burguesa. São Paulo: Boitempo, 2015.
MÉSZÁROS, István. A Educação Para Além do Capital. São Paulo: Boitempo, 2008.
______. O poder da Ideologia. São Paulo: Boitempo, 2014.
MINTO, Lelo Watanabe. A educação da “miséria”: particularidades capitalistas e educação superior no Brasil. São Paulo: Outras expressões, 2014.
MONTAÑO, Carlos Eduardo. Terceiro Setor e Questão Social: crítica ao padrão emergente de intervenção social. São Paulo: Cortez, 2010.
NETTO, José Paulo. Ditadura e Serviço Social: uma análise do Serviço Social no Brasil pós-64. São Paulo: Cortez, 2005.
______. Capitalismo Monopolista e Serviço Social. São Paulo: Cortez, 2011.
______; BRAZ, Marcelo. Economia Política: uma introdução crítica. São Paulo: Cortez, 2006.
QUIROGA, Consuelo. Invasão Positivista no Marxismo: manifestações no ensino da Metodologia no Serviço Social. São Paulo: Cortez, 1991.
SANTOS, Claudia Mônica. Na prática a teoria é outra? - mitos e dilemas na relação entre teoria, prática, instrumentos e técnicas no Serviço Social. Rio de Janeiro: Lumens Juris, 2011.
SEMERARO, Giovanni. Intelectuais “orgânicos” em tempos de pós-modernidade. Campinas: Caderno Cedes, vol. 26, n. 70, p. 373-391, set/dez., 2006.
VÁZQUEZ, Adolfo Sánchez. Filosofia da práxis. São Paulo: Expressão Popular, 2007.
WEBER, Max. Economia e sociedade: fundamentos da sociologia compreensiva. São Paulo: Editora UNB, 1999.