Maracaiaguaçu, O Gato Grande, aliás, Vasco Fernandes, ou o elogio do discurso evangelizador
Resumo
O artigo tem por objetivo destacar a figura pouco conhecida de Maracaiaguaçu, o chefe temiminó refugiado com a sua tribo, em 1555, na ilha de Santo António, através da versão dos jesuítas que o conheceram. Da leitura dos textos jesuíticos despontam, paralelamente, a figura deste chefe, as alianças políticas, a visão edificante da conquista espiritual, que justificava a evangelização, e permite-nos aceder ao espaço negocial entre conquistadores e indígenas, entremeado de mal entendidos e compromissos, cujo final era a integração dos indígenas no mundo colonial.Downloads
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