Comunidades terapêuticas e a (re)manicomialização na cidade do Rio de Janeiro
DOI:
https://doi.org/10.18315/argumentum.v12i2.29064Resumo
Na atual conjuntura, as ações direcionadas as pessoas que fazem uso prejudicial de álcool e outras drogas estão baseadas em uma visão moralizante que culpabiliza o indivíduo e impõe como solução o controle dos corpos sob uma base religiosa, associando o cuidado em saúde mental exclusivamente ao autocontrole e a fé. Nesse caminho, o presente artigo objetiva relacionar o crescimento do incentivo financeiro das Comunidades Terapêuticas com o projeto político que está em andamento no governo federal e na condução da política de saúde mental que vem sendo implementada no município do Rio de Janeiro desde o ano de 2017.
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