Uso da ferramenta HFMEA para melhoria na gestão de risco de lesão por pressão em pacientes da UTI Autores Andressa Clara Barbosa de Araujo Universidade Federal da Bahia (UFBA) Cristiane Agra Pimentel Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) https://lnkd.in/dfTxbJXv Itayany de Santana Jesus Souza Hospital Geral Clériston Andrade https://lnkd.in/dCvuVeRU DOI: https://lnkd.in/dU6N4Xrb Palavras-chave: HFMEA, Gestão de risco, segurança Resumo A busca por uma gestão que integre aspectos da qualidade, saúde, segurança e meio ambiente de maneira ativa nos sistemas de saúde trouxe a necessidade de identificação e prevenção potenciais de falhas. Dessa forma, a presente pesquisa tem como objetivo investigar os possíveis modos de falhas e efeito à Lesão Por Pressão (LPP) em pacientes da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital público, através da aplicação do método HFMEA. A pesquisa se caracteriza como exploratória e descritiva do tipo estudo de caso, possibilitando obter em seus resultados estabelecer ações de melhoria para aqueles modos de falha que apresentaram RPN maiores que 630, as quais fazem referência principalmente a treinamentos e programas de educação continuada. Ademais, a ferramenta mostrou-se necessária para a gestão de risco hospitalar.
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TRIAGEM HOSPITALAR: A importância do enfermeiro, preparado e capacitado para uma triagem, permitindo a classificação dos pacientes com base na gravidade de sua condição. Essa priorização é crucial para a alocação eficiente de recursos, como leitos, equipe médica e equipamentos, garantindo que os casos mais urgentes recebam atenção imediata. Permitindo identificar rapidamente casos de emergência médica. Essa identificação precoce permite intervenções imediatas, salvando vidas e minimizando complicações.
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A gestão da qualidade em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) é crucial para garantir a segurança e o bem-estar dos pacientes. As UTIs lidam com casos críticos e exigem um alto nível de precisão e eficiência nos cuidados prestados. A implementação de um sistema robusto de gestão da qualidade pode ajudar a monitorar e melhorar continuamente os processos, reduzindo a ocorrência de erros e melhorando os resultados clínicos. Um dos principais componentes da gestão da qualidade em UTIs é o monitoramento contínuo de indicadores-chave de desempenho (KPIs). Esses indicadores incluem taxas de infecção, tempo de internação, mortalidade, e adesão a protocolos de cuidados. Ao analisar esses dados regularmente, as equipes podem identificar áreas que necessitam de melhorias e implementar intervenções específicas. Ferramentas como auditorias internas, revisões de prontuários e feedback contínuo são essenciais para esse processo. Além disso, a formação e capacitação contínua da equipe de saúde são fundamentais para manter a alta qualidade dos cuidados nas UTIs. Investir em treinamentos sobre as melhores práticas, protocolos atualizados e o uso adequado de tecnologias avançadas contribui para um ambiente de cuidado mais seguro e eficiente. A cultura de segurança e a comunicação eficaz entre os membros da equipe são pilares para assegurar que as melhores práticas sejam seguidas e que o cuidado ao paciente seja sempre priorizado. #GestãoDeQualidade #UTI #CuidadosIntensivos #SegurançaDoPaciente #QualidadeEmSaúde #MelhoriaContínuau u
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Na Zammi, cuidar da sua saúde é nossa prioridade. Alinhados com as Diretrizes de Segurança do Paciente da OMS, desenvolvemos o Kit de Monitoração de Pressão Invasiva (KMP) com caixas coloridas e intuitivas que facilitam a aplicação pelos profissionais de saúde. Veja como cada cor ajuda na segurança e eficiência: Vermelha: Medição de pressão arterial invasiva, simbolizando o sangue arterial, que é vermelho vivo devido à alta oxigenação Azul: Medição de pressão venosa invasiva, representando o sangue venoso, mais escuro pela menor oxigenação Transparente: Medição de pressão arterial média, podendo ser usada para qualquer outra pressão Esses núcleos ajudam a reduzir erros, promovendo uma assistência mais segura e eficiente, em conformidade com as diretrizes da OMS, que visam reduzir riscos e danos na assistência em saúde Com a Zammi, você tem a certeza de um cuidado confiável e inovador. - Referências: Sistema desenvolvido por Luciana Schuch Kreutz com auxílio do Professor Orientador Jorge Muniz Barreto. Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) - Curso de Pós-Graduação em Ciências da Computação (CPGCC) - Laboratório de Conexionismo e Ciências Cognitivas. Paulo Cesar Naoum, biomédico, professor doutor, livre-docente e titular pela Unesp. Professor e diretor científico da Academia de Ciência e Tecnologia de São José do Rio Preto, SP. - #Zammi #SegurançaDoPaciente #OMS #KMP #CuidadoQueTransforma #Inovação #Saúde
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Prevenção de IRAS nas UTIs: Uma Abordagem multidisciplinar para melhoria da qualidade e segurança dos pacientes. Embora as infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS) possam ocorrer em qualquer etapa do processo de cuidados de saúde em hospitais, clínicas e outras instalações médicas, é nas unidades de terapia intensiva (UTIs) que elas são mais prevalentes. Exemplos de IRAS incluem as infecções de corrente sanguínea relacionadas à utilização de cateter venoso central, infecções do trato urinário associadas ao uso de sondas vesicais de longa duração e a pneumonia resultante da ventilação mecânica invasiva. Essas complicações infecciosas podem prolongar a internação na UTI e no hospital e, nos casos mais graves, resultar em morte. Nesse contexto, um dos principais desafios enfrentados pelas UTIs globalmente é adotar medidas preventivas eficazes para evitar que uma IRAS ocorra. A prevenção das IRAS requer uma abordagem abrangente e contínua, que inclui práticas rigorosas de controle de infecções, higiene adequada das mãos, adoção de medidas preventivas - frequentemente agrupadas em pacotes multifacetados de intervenções, ou “bundles” -, a utilização racional de antibióticos, entre outras estratégias. Além dessas medidas preventivas, é crucial enfatizar a importância do trabalho em equipe, especialmente da equipe multidisciplinar da UTI, composta por médicos intensivistas, infectologistas, enfermeiros, fisioterapeutas, farmacêuticos, e outros profissionais de saúde, bem como do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH). Mensalmente, membros da equipe multidisciplinar e lideranças do Departamento de Pacientes Graves (DPG) e a equipe do SCIH do Hospital Israelita Albert Einstein se reúnem para avaliar os principais indicadores das IRAS nas nossas UTIs, examinar a adesão aos "bundles" de prevenção de IRAS, definir medidas preventivas e desenvolver projetos de melhoria de qualidade e segurança, além de compartilhar aprendizados e experiências entre todos os participantes. O trabalho colaborativo entre os membros das equipes do DPG, do SCIH e lideranças, tem sido fundamental para o sucesso das iniciativas adotadas para prevenção das IRAS, permitindo que os desfechos clínicos dos pacientes graves melhorem continuamente. #PacientesGraves #medicinaintensiva #criticalcare #intensivecare #intensivemedicine #SomosEnsinoEinstein #SCIH
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Um estudo da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) revelou que 9 em cada 10 dos pacientes que passam por UTIs no Brasil recebem alta e retomam suas vidas, graças à atuação especializada de intensivistas. O levantamento também revelou as principais causas de internação, os desafios enfrentados pelos médicos intensivistas e o impacto positivo do uso de tecnologias de gestão de dados na prevenção de eventos adversos e redução das taxas de mortalidade. Confira a matéria e entenda o panorama geral das UTIs no Brasil! https://lnkd.in/dkgPNsRR
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Mais uma etapa da Pós em Urgência Emergência e UTI concluída com sucesso! E vamos para a última, esta sendo um processo de rever conceitos e aprender muita coisa nova!!! 3/4 Biossegurança e Controle de Infecções Enfermagem em Cardiologia e Hemodinâmica
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💚 O Hospital Universitário Ciências Médicas (HUCM) continua aprimorando suas práticas de segurança para garantir cada vez mais qualidade no atendimento aos pacientes do SUS. As equipes de Serviço de Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (SCIRAS) e de Cirurgia Cardiovascular seguem implementando mudanças importantes para reduzir infecções em cirurgias cardíacas, incluindo novos protocolos e a troca de materiais para garantir melhor esterilização. 🏥 Dra. Raquel Bandeira, diretora clínica do HUCM e coordenadora do SCIRAS, destaca a importância dessas ações: “Essa iniciativa é importante para mostrar que a introdução de novos processos simples e de baixo custo é replicável e possibilita a entrega de uma assistência de qualidade”. Essas ações reafirmam o compromisso do hospital com uma assistência mais segura e eficiente. 👉 Confira a matéria completa no site do HUCM: https://lnkd.in/dxCekcAx #feluma #ciênciasmédicas #cmmg #hucm #hospitaluniversitáriociênciasmédicas #excelênciafeluma #excelênciaciênciasmédicas #saúdeminasgerais #saúdemg #sciras #controledeinfecção #serviçodecontroledeinfecções #cirurgiacardíaca
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Pense, Pode ser SEPSE? A sepse representa um dos maiores desafios enfrentados nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI). É uma resposta imunológica descontrolada ocasionada por uma infecção, levando a disfunções orgânicas e, em casos graves, à morte. Reconhecer os sinais precocemente faz a diferença entre a vida e a morte. Profissionais de saúde, emergencistas e intensivistas desempenham um papel vital no diagnóstico e tratamento da sepse. Realize sempre o diagnóstico de forma precoce e utilize o protocolo Sepse da sua unidade (lembrando todos profissionais de saúde podem abrir o protocolo Sepse) através de parâmetros hemodinâmicos e clínicos na avaliação da hipoperfusão tecidual, especialmente em estados de choque. Para os pacientes e seus familiares, a UTI pode ser um ambiente de grande ansiedade e incerteza. Entretanto, a dedicação e o conhecimento técnico dos profissionais de saúde garantem que cada intervenção seja feita com precisão e compaixão. A conscientização e a rápida intervenção são essenciais. Vamos continuar nessa luta juntos, salvando vidas e promovendo a saúde com conhecimento e cuidado. Lembrem - se: A SEPSE é a patologia de maior mortalidade na UTI. Agora faço uma pergunta para você profissional de saúde, você e sua unidade já utiliza esse método de sempre pensar que pode ser Sepse e avaliam de forma já involuntária de abrir ou não o Protocolo Sepse? #Sepse #UTI #Emergência #CuidadosIntensivos #Saúde #Conscientização #Tratamento #PerfusãoTecidual #HeroisDaSaúde #CuidadoProfissional
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As Infecções do Sítio Cirúrgico (ISC) são as maiores fontes de morbidade e mortalidade entre os pacientes submetidos a cirurgias. Estima-se que as ISC prolonguem o tempo de internação em média mais de sete dias e consequentemente o custo do procedimento. Sua incidência pode variar, sendo em média de 2 a 5% para as cirurgias consideradas “limpas”. A Certificação em Prevenção de Infecção de Sítio Cirúrgico traz ao mercado de saúde as melhores diretrizes baseadas em evidência para o gerenciamento, prevenção e tratamento de infecções de sítio cirúrgico, funcionando como um modelo de gestão que colabora para a diminuição de infecções e eventos adversos, contribuindo, desta forma, para a segurança do paciente, diminuição de custos e o maior valor em saúde. Saiba como certificar a sua organização 👉 grupoibes.com/lkcert_isc
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Da série, "Ninguém tem coragem de falar, mas eu falo". Fiquei imensamente indignada ao passar por atendimento em um grande Hospital de uma grande Cidade, referência em Cardiologia em todo o país e devido a queixa de Dor Torácica realizar um ECG e após uma breve avaliação ser encaminhada a UBS.... Oi, como assim ? Logo pensei, cadê o protocolo? Eu simplesmente amo protocolos, eles garantem a segurança do paciente, sistematizam a assistência, fornece dados para a avaliação dos resultados para melhor utilização dos recursos institucionais para um atendimento de qualidade, além de proporcionar dados para indicadores de qualidade da prática clínica. Pude presenciar a implantação de diversos protocolos e é simplesmente perfeito a capacidade de direcionamento das equipes quando há protocolos implementados na instituição tanto da saúde como de outros segmentos. A ausência de protocolos deixa a equipe multidisciplinar completamente perdida na prestação da assistência e isso muitas vezes coloca em risco a vida do paciente. Pude presenciar muitas vezes a repercussão negativa do não direcionamento e a falta de gestão da qualidade da assistência. Citei algumas observações em relação a Dor Torácica porque é onde mais vejo necessidade de seguir o protocolo sem pular nenhuma das etapas, bem como pude presenciar o sucesso de protocolos que foram seguidos a risca e que salvaram a vida do paciente. Também pude presenciar muita resistência quanto a implantação de protocolos por parte de alguns colegas, bem como os que adoram pular etapas, mesmo sabendo dos riscos e que após muita resistência ainda tinham a capacidade de se gabar de um bom desfecho para o paciente depois do enfermeiro ter tido o trabalho árduo de convencer a seguir nosso amado "protocolo". Todas as observações podem ser encontradas nas melhores referências bibliográficas, mas a melhor de todas foi poder presencia-las na prática clínica. #enfermagem #amoprotocolos #gestaodaqualidade #dortoracica #cardiologia
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