Teorias sociológicas sobre a criminalidade: análise comparativa de três teorias complementares

Autores

  • Jair Araújo de Lima Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
  • Juliane Ramalho dos Santos Centro Universitário Serra dos Órgãos (UNIFESO-RJ)
  • Polyana Pinheiro Dal’Col Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
  • Samara Fiorio da Silva Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

DOI:

https://doi.org/10.24305/cadecs.v5i2.2017.19439

Resumo

o artigo faz uma análise comparativa de três teorias sociológicas sobre a criminalidade: a Teoria da Associação Diferencial (ou Aprendizagem Social) de Edwin H. Sutherland, a Teoria do Autocontrole de Michael R. Gottfredson e Travis Rirch e a Teoria da Anomia (strain) de Robert K. Merton. A nossa análise acaba por demonstrar que estas três teorias podem ser compreendidas como convergentes e complementares. Concluímos apontando que, entre tantas teorias sociológicas do crime, estas três podem ser utilizadas para a análise sociológica, de maneira que uma venha preencher adequadamente as lacunas da outra. A sociologia do crime está bem servida de teorias que tentam explicar – cada uma com pretensões de exaustividade – o fenômeno do crime. Assim, postulamos (neste texto) que podemos (e devemos) fazer um uso combinado de teorias (sobre o crime) que se complementem e venham a explicar os fenômenos do crime em sua constitutiva transversalidade.

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Publicado

2018-04-03