Por que introduzir o processo de Xilogravura histórico e digital no sudeste do Pará?

Autores/as

  • Wilson Roberto da Silva Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará image/svg+xml
  • Alexandre Silva dos Santos Filho Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará image/svg+xml
  • Amilton Damas de Oliveira Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará image/svg+xml

Resumen

Este relato de experiência refere-se ao meu ingresso em 2015 como docente de Ensino Superior na Unifesspa – Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, criada em 2013 e sediada em Marabá no sudeste da Amazônia Paraense, com o projeto de pesquisa de não só introduzir a Xilogravura e seu processo de gravação e impressão histórico, como também de transpor parte dos seus fundamentos para o ambiente digital.

Os motivos que levaram a escolha do processo digital como objeto de permuta se relaciona com a dificuldade de acesso a materiais, da necessidade de incluir digitalmente uma massa de alunos ávidos por assimilar softwares de produção visual, além da acessibilidade de aquisição que as impressoras pessoais hoje alcançam e com isto, introduzir na região, a cultura gráfica dedicada aos processos históricos e digitais de reprodução impressa

Biografía del autor/a

  • Wilson Roberto da Silva, Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará

    É Gravador, Técnico em Artes Gráficas especializado em Produção Visual Gráfica pelo SENAI, atuou profissionalmente em Publicidade. É mestre em Artes Visuais pela Unesp e Doutro pela Unicamp, atualmente  exerce a função Docente na Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará. Ministrou aulas para os cursos Desenho Industrial e Publicidade da Universidade Presbiteriana Mackenzie. A produção artística tem ênfase em Gravura, Artes gráficas e Anatomia Humana nos segmentos de: desenho, xilogravura, litografia, gravura em metal, produção gráfica, pintura, ilustração e modelagem. 

    Resumo da Produção artística/cultural

    2017 BIENAL INTERNACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE FLORENÇA – ITÁLIA

    2017 VIII PREMIO INTERNACIONAL DE GRAVURA ATLANTE - LA CORUNHA – ESPANHA 

    2017 III CERTAMEN DE GRAVURA ALFARA.- SALAMANCA –ESPANHA

    2017 EXPOSIÇÃO FRONTEIRAS URBANAS - Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa 

    2016 UPSTREAM GALLERY “PAPERWORKS”. NOVA YORK - EUA

    2015  75º SAAP - SALÃO ARARENSE DE ARTES PLÁSTICAS 'ANTONIO RODINI'. SÃO PAULO 

    2013 3ÈME BIENNALE DE L'ESTAMPE DE MAGNÉ. FRANÇA

    2013. PERMUTAÇÃO: EROS E THANATOS NA FORMAÇÃO DE UM IMAGINÁRIO EM GRAVURA. CAMPINAS – SÃO PAULO

    2013 THE 'IOSIF ISER' INTERNATIONAL CONTEMPORARY ENGRAVING BIENNIAL EXIHIBITION. BUCAREST. ROMÊNIA

    2008 I SALÃO ARTE E CIDADE. 2008. SALVADOR – BAHIA

    2005 L'ARTE NELL'UNIVERSITÀ: DOCENTI-ARTIST DELL' UNIVERSITÀ PRESBITERIANA MACKENZIE. ITÁLIA.

     

    2003 2ª BIENAL DE GRAVURA DE SANTO ANDRÉ. SÃO PAULO

    1999 XII EDICIÓN DO PREMIO DE GRAVADO "MÁXIMO RAMOS" - FERROL. – ESPANHA

    1997 INTERNATIONAL TRIENNIAL OF GRAPHIC ART BITOLA. ALEXANDRIA. MACEDÔNIA

  • Alexandre Silva dos Santos Filho, Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará

    Alexandre Silva dos Santos Filho – Graduado em arquitetura, Especialista em Arte-Educação, Mestre em Comunicação e Cultura Contemporânea, Doutor em Educação e Pós-Doutor em Artes Visuais. Atualmente é professor no curso de Artes Visuais e de Mestrado na Unifesspa. Pesquisador e Artista Visual.

  • Amilton Damas de Oliveira, Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará
    Mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas/ UNICAMP (2013); Licenciatura Plena em Artes Visuais pelo Centro Universitário de Jales (2017); Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade do Vale do Paraíba UNIVAP (2004). Professor de Educação Exclusiva da Universidade do Federal Sul e Sudeste do Pará. Tem experiência na área de Artes atuando principalmente nos seguintes temas: artes visuais, arte educação, educação infantil, história e produção artística.

Publicado

2019-12-27

Cómo citar

DA SILVA, Wilson Roberto; DOS SANTOS FILHO, Alexandre Silva; DE OLIVEIRA, Amilton Damas. Por que introduzir o processo de Xilogravura histórico e digital no sudeste do Pará?. Revista do Colóquio, Vitória, ES, Brasil, v. 9, n. 17, p. 47–57, 2019. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/colartes/article/view/24521. Acesso em: 27 jun. 2026.