Novas formas de negociação do espectador/usuário: Arte e Arquitetura Colaborativa

Autores/as

  • Flávia Marcarine Arruda UFES

Resumen

Através da análise de duas intervenções de Arte e Arquitetura colaborativa ocorridas em Vitória, no Espírito Santo, nos anos de 2011-2012, este artigo aborda as intenções, consequências e contradições das práticas colaborativas. A experiência do coletivo Friction Arts com os catraieiros da ilha de Vitória (2012) e o projeto “Beco limpo e em cores”, realizado no morro do Jaburu (2011) servirão de disparo para questionar o agenciamento do usuário e o papel do artista/arquiteto em práticas colaborativas voltadas para a positivação da relação entre o público e o espaço urbano. Em tal eixo de discussão, essa investigação inicia-se sob a hipótese de que as práticas colaborativas contribuem para a solidificação de uma “cidade subjetiva”.

Palavras-chave: práticas colaborativas, arquitetura colaborativa, cidade subjetiva

Biografía del autor/a

  • Flávia Marcarine Arruda, UFES
    Teoria e Crítica na Arquitetura e Urbanismo

Publicado

2014-12-22

Cómo citar

MARCARINE ARRUDA, Flávia. Novas formas de negociação do espectador/usuário: Arte e Arquitetura Colaborativa. Revista do Colóquio, Vitória, ES, Brasil, v. 4, n. 7, p. 50–66, 2014. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/colartes/article/view/8465. Acesso em: 23 jun. 2026.