Por que introduzir o processo de Xilogravura histórico e digital no sudeste do Pará?
Résumé
Este relato de experiência refere-se ao meu ingresso em 2015 como docente de Ensino Superior na Unifesspa – Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, criada em 2013 e sediada em Marabá no sudeste da Amazônia Paraense, com o projeto de pesquisa de não só introduzir a Xilogravura e seu processo de gravação e impressão histórico, como também de transpor parte dos seus fundamentos para o ambiente digital.
Os motivos que levaram a escolha do processo digital como objeto de permuta se relaciona com a dificuldade de acesso a materiais, da necessidade de incluir digitalmente uma massa de alunos ávidos por assimilar softwares de produção visual, além da acessibilidade de aquisição que as impressoras pessoais hoje alcançam e com isto, introduzir na região, a cultura gráfica dedicada aos processos históricos e digitais de reprodução impressa
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