Novas formas de negociação do espectador/usuário: Arte e Arquitetura Colaborativa
Résumé
Através da análise de duas intervenções de Arte e Arquitetura colaborativa ocorridas em Vitória, no Espírito Santo, nos anos de 2011-2012, este artigo aborda as intenções, consequências e contradições das práticas colaborativas. A experiência do coletivo Friction Arts com os catraieiros da ilha de Vitória (2012) e o projeto “Beco limpo e em cores”, realizado no morro do Jaburu (2011) servirão de disparo para questionar o agenciamento do usuário e o papel do artista/arquiteto em práticas colaborativas voltadas para a positivação da relação entre o público e o espaço urbano. Em tal eixo de discussão, essa investigação inicia-se sob a hipótese de que as práticas colaborativas contribuem para a solidificação de uma “cidade subjetiva”.
Palavras-chave: práticas colaborativas, arquitetura colaborativa, cidade subjetiva
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