CORRELAÇÃO E ARGUMENTAÇÃO

Authors

  • Virgínia B. B. Abrahão Ufes

DOI:

https://doi.org/10.47456/contexto.v%25vi%25i.6845

Abstract

Neste artigo pretende-se discutir as possibilidades lógicas da correlação enquanto processo sintático autônomo; examinar a classificação proposta pela NGB para esse tipo de estrutura; e, por fim, levantar os argumentos de alguns autores com relação aos problemas envolvidos nas noções sintáticas tradicionais de coordenação e subordinação e as possibilidades de essas noções abarcarem a correlação.

References

ADONIAS, Isa. A Cartografia da Região Amazónica (2 vol.). Rio de Janeiro: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazónia, 1963.

ADES, Dawn. Arte na América latina. São Paulo: Cosac Naify, 1997.

AIRES, Cristóvão. História da Engenharia Militar Portuguesa, in “História Orgânica e Política do Exército Português”, Provas, Vol. V, VI, VII, VIII, Lisboa, 1923

ALMEIDA, P. V. 1974. A arquitetura do século XVIII em Portugal – Pretexto e argumento para uma aproximação semiológica, Braga.

ALPERS, S. 1999. A arte de descrever: a arte holandesa no século XVII. São Paulo: Edusp.

ARGAN, Giulio Carlo. História da arte como história da cidade. São Paulo: Martins Fontes, 5ª Ed., 2005

BENEVOLO, Leonardo. História da cidade. São Paulo: Perspectiva, 1997

BLACK, Jeremy. Mapas e história, construindo imagens do passado. São Paulo: EDUSC, 2005

BUENO, Beatriz P. Siqueira - A Iconografia dos Engenheiros Militares no séc. XVIII: instrumento de conhecimento e controle do território., in “Colectânea de Estudos Universo Urbanístico Português 1415-1822”, Lisboa : CNCDP, 1998.

BUORO, Anamelia Bueno. Olhos que pintam: a leitura da imagem e o ensino da arte. São Paulo: EDUC e Cortez Editora, 2002

CAIRD, Edward. The critical philosophy of Immanuel Kant. Glasgow: Maclehose, 1889

CHARTIER, Roger. A história Cultural, entre práticas e representações. Lisboa: Difusão editorial, 1988.

COLIE, R. 1955. Constantijn Huygens and the rationalist revolution. Tijdschrift voor Nederlandse Taal em Letterkunde.

DESCARTES, René. The philosophical works of Descartes. London: Cambridge University Press, 1967

ECOLE, J. 1985. Introduction à l´opus metaphysicum de Christian Wolff. Paris: J. Vrin.

FIGUEIREDO, A. M. 2004. A fundação da Cidade de Nossa Senhora de Belém do Pará, de Theodoro Braga. v. 1, n. 12, p. 22-26. Nossa História: Rio de Janeiro.

FIGUEIREDO, A. M. e NUNES, B. 2002. Luzes e sombras do iluminismo paraense. In: José Maia Bezerra Neto; Décio de Alencar Guzmán. (Org.). Terra matura: historiografia & história social da Amazônia. 1 ed. 19-28. Belém: Paka-Tatu.

FRANÇOISE, C. 1985. A regra e o modelo, sobre a teoria da arquitetura e do urbanismo. p.6. Ed. Perspectiva, São Paulo, 1985.

GAWTHROP, Richard L. Pietism and the making of eighteenth-century Prussia. New York: Cambridge University Press, 1993.

GUZMÁN, D. A. 2003. Ciência e Censura: a Inquisição e os engenheiros-matemáticos no Grão-Pará (séc. XVIII). In: Seminário Internacional Landi e o século XVIII na Amazônia, 2003, Belém, Pará, v1. Brasil.: MPEG/UFPA/SECULT.

KANT, I. 2001. Crítica da razão pura. (1781). Col. Obra Prima. São Paulo: Martin Claret.

KANT, I. 2004. Idéia de uma história universal de um ponto de vista cosmopolita.São Paulo: Martins Fontes.

LESSING, G. E. 2005. Philosophical and theological writings. Cambridge, UK; New York: Cambridge University Press.

LIBERA, Alain de. Pensar na idade média. São Paulo: Editora 34, 1999.

LINDBERG, C. 2005. The Pietist theologians: na introduction to theology in the seventeenth and eighteenth centuries. Malden: Blackwell Pub5

LLANO CIFUENTES, Alejandro. Fenómeno y transcendencia en Kant. Pamplona: Ediciones Universidad de Navarra, 1973

MALCHER DE ARAÚJO, Renata. A Engenharia Militar e o Urbanismo, in “História das Fortificações Portuguesas no Mundo”, Lisboa : Publicações Alfa, 1989.

MALCHER DE ARAÚJO, Renata. As cidade da Amazônia no século XVIII: Belém, Macapá e Mazagão. FAUP publicações, Lisboa, 1992.

MEIRA FILHO, Augusto. Evolução histórica de Belém do Grão-Pará, fundação e história. Belém, 1989.

MENDONÇA, Isabel Mayer Godinho. Antonio José Landi (1713-1791): um artista entre dois. continentes. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 2003

MENDONÇA, Isabel Mayer Godinho. As cidade da Amazônia no século XVIII: Belém, Macapá e Mazagão. FAUP publicações, Lisboa, 1992.

MERLEAU-PONTY, M. 2006 (1945). Fenomenologia da percepção. (trad. Carlos Alberto Ribeiro de Moura) São Paulo: Martins Fontes

MUMFORD, Lewis. A cidade na história. São Paulo: Martins Fontes, 2001

PIRENNE, Henri. As cidades da Idade Média. Lisboa: Editora Europa-América

QUEIROZ, Tereza Aline Pereira de. Cidades renascentistas. São Paulo: Atual, 2005

RIBEIRO, Freitas. Grandes viagens portuguesas de descobrimento e expansão: antecedentes históricos, sinopses e esquematização cartográfica. Lisboa: Ministério do Ultramar, 1951

REIS, Arthur Cézar Ferreira. As Fortificações da Amazônia no período colonial. In.: Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, n. 344, jul/set 1984. p. 217-227.

REIS, Arthur Cézar Ferreira. Limites e demarcações na Amazônia Brasileira, 2 vols. (Belém: Secretaria do Estado da Cultura, 1993). Volume 1: A fronteira colonial com a Guiana Francesa; Volume 2: A fronteira com as colônias espanholas.

REIS FILHO, Nestor Goulart. Catálogo de Iconografia da Vilas e Cidades do Brasil Colonial: 1500/1720. São Paulo : FAU-USP, 1964

RODIS-LEWIS, Geneviève. Descartes: initiation á as philosophie. Paris: J Vrin, 1964

SANCHES, Manuela Ribeiro (org.). A invenção do “homem”: raça, cultura e história na Alemanha do século XVIII. Lisboa: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, 2002.