ANÁLISE SÓCIO-HISTÓRICA DOS USOS DA PREPOSIÇÃO “A” EM JORNAIS DOS SÉCULOS XIX, XX E XXI
Resumen
A preposição a se originou da preposição latina ad; era usada com a finalidade de expressar os conceitos de direção, movimento, proximidade e fim. Nesse sentido, coube-nos investigar que valores a preposição a passou a assumir na Língua Portuguesa, partindo das gramáticas históricas e prescritivas às gramáticas de uso. O objetivo principal com este trabalho é o de identificar os novos sentidos e funções que a preposição a assumiu ao longo de três séculos da Língua Portuguesa, bem com a frequência da ocorrência de tais funções e sentidos; para isso, aventamos a hipótese de que a preposição a foi, ao longo do tempo, assumindo novos usos e valores, passando do seu sentido base/prototípico (mais usual) para acepções mais abstratas. Como aporte teórico-metodológico, buscamos dialogar com gramáticos históricos, gramáticos normativos e com as discussões no âmbito da Linguística contemporânea. Trata-se de uma pesquisa documental, cuja análise é quantitativa e qualitativa, amparada teoricamente pela Sócio-história, cujos dados foram coletados nos jornais A Penna (séc. XIX e XX) e Tribuna do Sertão (séc. XXI). Os resultados apontam que a preposição avem ganhando novos sentidos, transpondo da acepção de Espaço para Tempo, e desse para sentidos mais abstratos.
Palavras-chave: Preposição a. Sócio-história. Linguística.Descargas
Referencias
Cinar M, Yilmaz S, Akayb S, Bozlar U, Dinca A. Evolução clínica da doença de behçet em paciente com atraso do diagnóstico e seguimento radiológico dos trombos com angiotomografia computadorizada: seguimento por 5 anos durante tratamento imunossupressor. Rev Bras Reumatol. 2014: 1-6. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1016/j.rbr.2013.08.004.
Hatemi G, Yazici Y, Yazici H. Behçet’s syndrome. Rheum Dis Clin N Am. 2013; (39): 245–261. Disponível em: http://dx.doi.org /10.1016/j.rdc.2013.02.010.
Zeidan MJ, Saadoun D, Garrido M, Klatzmann D, Six A, Cacoub P. Behçet’s disease physiopathology: a contemporary review. Auto Immun Highlights. 2016 Fev; 7 (1): 1-12. Disponível em: http://link.springer.com/article/10.1007/s13317-016-0074-1.
Sachetto Z, Mahayri N, Ferraz RH, Costallat LTL, Bertolo MB. Behçet’s disease in Brazilian patients: demographic and clinical features. Rheumatol Int. 2012 Jul; 32: 2063–2067. Disponível em: http://link.springer.com/article/10.1007%2Fs00296-011-1921-z
Calamia KT, Wilson FC, Icen M, Crowson CS, Gabriel SE, Kremers HM. Epidemiology and clinical characteristics of behçet's disease in the US: A population-based study. Arthritis Rheum. 2009 Mai; 61 (5): 600-604. Disponível em: http://dx.doi.org/ 10.1002/art.24423.
Sakane T, Takeno M, Suzuki N, Inaba G. Doença de Behçet. N Engl J Med. 1999; (341): 1284-1291. Disponível em: http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJM199910213411707.
Hatemi G, Silman A, Bang D, et al. EULAR recommendations for the management of Behçet disease. Ann Rheum Dis. 2008 Dez; 67(12):1656-62. Disponível em: http://dx .doi.org/10.1136/ard.2007.080432.
Davatchi F, Assaad-Khalil S, Calamia KT, et al. The international criteria for behçet's disease (icbd): a collaborative study of 27 countries on the sensitivity and specificity of the new criteria. J Eur Acad Dermatol Venereol. 2014; 28(3):338-47. Disponível em: http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/jdv.12107/full.
Medscape [Internet]. Diseases/Conditions. 2016 Jan. Disponível em: http://emedicine.medscape.com/article/1122381-clinical#showall.
Khairallah M, Accorinti M, Muccioli C, Kahloun R, Kempen JH. Epidemiology of Behçet Disease. Ocul Immunol Inflamm. 2012 Out; 20 (5): 324-335. Disponível em: http://dx.doi.org/10.3109/09273948.2012.723112.
Neves FS, Moraes JCB, Gonçalves CR. Síndrome de behçet: à procura de evidências. Rev Bras Reumatol. 2006; 46 (suppl 1): 21-29. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S0482-50042006000700005.
Pereira ALC, Bolzani FCB, StefanI M, Charlín R. Uso sistêmico de corticosteróides: revisão da literatura. Med Cutan Iber Lat Am. 2007; 35 (1): 35-50. Disponível em: http://www.saudedireta.com.br/docsupload/134442634406-091.pdf
Bressan AL, da Silva RS, Fontenelle E, Gripp AC. imunossupressores na dermatologia. An. Bras. Dermatol. 2010 Jan; 85 (1): 9-22. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S0365-05962010000100002
Akpolat T, Akkoyunlu M, Akpolat I, Dilek M, Odabas AR, Ozen S. Renal behçet's disease: a cumulative analysis. Semin Arthritis Rheum. 2002 Abr; 31: 317-337. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1053/sarh.2002.31721.
Letelier VV, Acuña PH, Letelier IV, Francesetti, DS. Efectos adversos de los fármacos inmunosupresores de uso común en dermatologia. Piel (Barc.,Ed. impr.).2016 Jun: 1-7. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1016/j.piel.2016.03.006
Choi HJ, Seo MR, Ryu HJ, Baek HJ. Validation and reliability of a behcet’s syndrome activity scale in korea. Korean J Intern Med. 2016; (31): 170-175. Disponível em: http://dx.doi.org/10.3904/kjim.2016.31.1.170.
Yazici Y, Bernstein H, Swearingen C. Proposed disease activity category thresholds for behcet's syndrome activity scale (bsas) scores for a potential “treat to target” approach to behcet's syndrome. Ann Rheum Dis. 2015; 74(Suppl 2): 305. Disponível em: http://ard.bmj.com/content/74/Suppl_2/305.2.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Los autores ceden los derechos de autor del artículo a la editorial de la Revista (Con)Textos Linguísticos (Programa de Posgrado en Lingüística de la Ufes), si el envío es aceptado para publicación. La responsabilidad por el contenido de los artículos recae exclusivamente en sus autores. Queda prohibido el envío total o parcial del texto ya publicado en la revista a cualquier otro periódico.
Este trabajo está bajo Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
