El silencio en el ciberdiscurso: ethos y el sujeto avatar
ethos e o sujeito-avatar
DOI:
https://doi.org/10.47456/rctl.v20i45.52425Palabras clave:
Silencio. Ethos. Sujeto-avatar.Resumen
En tiempos de posverdad, la creciente automatización, impulsada por la inteligencia artificial (IA), según Harari (2018), amenaza con diezmar empleos y acentuar la desigualdad social, concentrando poder y recursos en una élite. En este contexto, a la luz del Análisis del Discurso (AD), buscamos dilucidar y analizar los procesos de los efectos de significado emergentes en las materialidades del ciberdiscurso y el discurso cibernético para comprender el funcionamiento cibercultural. Discutimos la individuación del avatar-sujeto y la proyección de diversos tipos de ethos, según Maingueneau (2025), considerando el trabajo articulado de las formas de silencio propuestas por Orlandi (2007). En este estudio cualitativo, bibliográfico y analítico, exploramos tres secuencias discursivas: a) un vídeo sobre vigilancia y control algorítmico basado en la experiencia de Marilena Chauí con un asistente virtual, b) una publicación del CEO de Microsoft, Satya Nadella, sobre innovación y poder tecnológico, y c) un extracto de las políticas de privacidad que constituyen el discurso institucional de Meta en su sitio web oficial. Dada la actualidad y la relevancia social del tema, esperamos contribuir a la reflexión sobre la relación entre tecnología digital, sociedad, lenguaje e ideología. En este sentido, concluimos que el funcionamiento articulado de las formas de silencio está intrínsecamente ligado a la constitución del ethos.
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