As artes da guerra: antes e depois de pombal. América portuguesa no século XVIII
DOI:
https://doi.org/10.23871/dimensoes-n37-14868Abstract
Este artigo busca analisar a segunda metade do século XVIII na América Portuguesa como constituída por duas concepções simultâneas de poder e de espaço: de um lado, a do governo da metrópole e seus representantes ultramarinos, com suas exigências centralizadoras; de outro, a comunidade local da colônia, organizada de acordo com uma lógica fundamentalmente local, isto é, corporativa. Temos como objetivo demonstrar que, diferentes concepções político-territoriais resultam em diversas estratégias de defesa militar. E quando inseridas nas necessidades práticas da efetivação de planos estarão sujeitas a inúmeros confrontos entre si e também serão compelidas a negociarem na busca de possíveis consonâncias.References
BARATAY, E.; HARDOUIN-FUGIER, E. 2002. Zoo: A History of Zoological Gardens in the West. London: Reaktion Books.
BERGER, J. 2009. Why look at animals? London: Penguin Books.
BOSI, E. 1994. Memória e sociedade: lembranças de velhos. 3ª ed. São Paulo: Companhia das Letras.
BLOOMSMITH, M. A. BRENT, L. Y.; SCHAPIRO, S. J. 1991. Guidelines for developing and managing an environmental enrichment program for non-human primates. Laboratory Animal Science, v. 41, pp. 372-377.
BLOOMSMITH, M. A.; BAKER, K. C. 2001. Social management of captive chimpanzees. In: BRENT, L. (Org.). Care and management of captive chimpanzees. San Antonio: American Society of Primatologists.
BROOM, D. M.; MOLENTO, C. F. M. 2004. Bem-estar animal: Conceitos e questões relacionadas - revisão. Archives of Veterinary Science, v. 9, pp. 1-11.
CERTEAU, M. de. 1998. A Invenção do Cotidiano: Artes de fazer. 3ª ed. Rio de Janeiro: Vozes.
DAWKINS, M. S. 2004. Using behaviour to assess animal welfare. Animal Welfare, v. 13, pp. 3-7.
DELEUZE, G.; GUATTARI, F. 1997. Mil Platôs. V. 4, São Paulo: Ed. 34.
DERRIDA, J. 2002. O animal que logo sou. São Paulo: UNESP.
DESCOLA, P. 1998. Estrutura ou sentimento: a relação com o animal na Amazônia. Mana, v.4, n.1, pp. 23-45.
ESTEBANEZ, J. 2010. Ceux qui sont proches: les soigneurs au zoo. Sociétés. v.2, n. 108, pp. 47-57.
ESTEBANEZ, J. 2008. Les jardins zoologiques ou l’exotique a porte de main. Le Globe, n. 148, pp. 49-67.
FAVRET-SAADA, J. 2005. “Ser afetado”. Cadernos de Campo, v. 13, n. 13, pp. 155-161.
HOSEY, G.; MELFI, V. 2012. Human–Animal Bonds Between Zoo Professionals and the Animals in Their Care. Zoo Biology, v. 31, pp. 13–26.
INGOLD, T. 2000.T he Perception of the environment: essays on livelihood, dwelling and skill. Londres: Routledge.
IRVINE, L. 2012. Sociology and anthrozoology: symbolic interactionist contributions. ANTHROZOOS, v. 25, pp. 123-137.
LASHER, M. 1998.A relational approach to the human-animal bond. ANTHROZOOS, v. 11, n. 3, pp. 130-133.
LATOUR, B. 2005. Jamais Fomos Modernos: ensaio de antropologia simétrica. São Paulo: Editora 34.
MADDEN, R. 2014. Animals and limits of ethnography. ANTHROZOOS, v. 27, n. 2, pp. 279-293.
MARVIN, G. 2008. L’animal de zoo: Um rôle entre sauvage et domestique. Techniques & Culture, v. 50, n.1, pp. 102-119.
PÉTONNET, C. 1982. L'Observation flottante: l'exemple d'un cimetière parisien. L'Homme. Paris, v. 22, n.4, pp. 37-47.
RANDLER, C. et al. 2007. Urban park visitors and their knowledge of animal species. ANTHROZOOS, v. 20, n. 1, pp. 65-74.
SILVA, H. R. S. 2009. A situação etnográfica: andar e ver. Horizontes Antropológicos, n. 32, pp. 171-188.
SIMMEL, G. 2005. O estrangeiro. Revista Brasileira de Sociologia das Emoções, v. 4, n. 12, dezembro.
SUSSEKIND, F. 2014. O rastro da onça: relações entre humanos e animais no pantanal. Rio de Janeiro: 7letras.
THOMAS, K. 2010. O homem e o mundo natural: mudanças de atitude em relação às plantas e aos animais, 1500-1800. São Paulo: Companhia das letras.
VELHO, G. 1994. O antropólogo pesquisando em sua cidade: sobre conhecimento e heresia. In: VELHO, G. (Org.). O desafio da cidade: novas perspectivas da antropologia brasileira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.
VIVEIROS DE CASTRO, E. 2002. Inconstância da Alma Selvagem e outros ensaios de antropologia. São Paulo: Cosac&Naify.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Os autores mantém os direitos autorais das ideias contidas nos trabalhos e concedem à revista o direito de publicação. Os autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
Os textos da revista estão licenciados com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional (CC BY-NC-ND).




