Temas sobre o Renascimento: arte, política e teologia

Autores/as

  • Alexander Martins Vianna Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro image/svg+xml

Resumen

Na historiografia em língua inglesa, desde começos da década de 1980, tornou-se comum falar em Early Modern Age para definir um marco temporalizador de época para a História Cultural da Europa, de modo a distinguir um percurso civilizacional entre a Baixa Idade Média e o Iluminismo. O termo esteve marcado pelo propósito historiográfico de diluir Renascimento e Reforma como campos distintos de especialização de pesquisa, de modo a: sair do esquema temático da historiografia liberal do século XIX; evitar simplificações históricas; e entender os seus autores e marcos temáticos como partes de um mesmo conjunto dialógico e tenso de ideias que não preparam o Iluminismo. É com este mesmo espírito crítico que passo em revisão alguns temas sobre Renascimento ainda escolarizados no Brasil nos termos da historiografia liberal oitocentista.

Referencias

Referências

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, outubro de 1988.

________ Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Brasília, setembro de 2007.

_________Censo da educação básica: 2012 – resumo técnico. Brasília: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, 2013.

________Sinopse estatística da educação básica: censo escolar 2001. Brasília: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Nacionais, 2001. Disponível em:<http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me0000275.pdf>.Acesso em: 28 mai. 2014.

________ Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Brasília, 1996.

________ Lei nº 12.796, de 04 de abril de 2013. Brasília, 2013.

________ Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. (PNEEPEI). Brasília, janeiro 2008.

________ Resolução CNE/CEB Nº 2, de 11 de setembro de 2001.

CARNOY, M. Estado e teoria política. 4.ed. Campinas, SP: Papirus, 1994.

FONSECA, M. O Banco Mundial e a Educação: Reflexões sobre o caso brasileiro. IN: Gentili, Pablo. (Org.). Pedagogia da exclusão: O neoliberalismo e a crise da escola pública. 3.ed. Petrópolis. RJ: Vozes, 1995. p. 169-195

FRIGOTTO, G. Os Delírios da Razão: crise do capital e metamorfose conceitual no campo educacional. IN: Gentili, Pablo. (Org.). Pedagogia da exclusão: O neoliberalismo e a crise da escola pública. 3.ed. Petrópolis. RJ: Vozes, 1995. p. 77-108.

GRAMSCI, A. Concepção Dialética da História. 2. Ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978a.

____________. Maquiavel, A Política e o Estado Moderno. 3. Ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978b.

____________.Os intelectuais e a Organização da Cultura. 6. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1988.

GENTILI, P. Adeus à Escola Pública. A desordem neoliberal, a violência do mercado e o destino da educação das maiorias. IN: Gentili, Pablo. (Org.). Pedagogia da exclusão: O neoliberalismo e a crise da escola pública. 3.ed. Petrópolis. RJ: Vozes, 1995. p. 228-252

LOPES, S. A. Considerações sobre a terminologia alunos com necessidades educacionais especiais. Revista Educação Especial, v. 27 | n. 50 | p. 737-750 | set./dez. 2014.

MARX, K.; ENGELS, F. A Ideologia Alemã. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.

POULANTZAS, N. Poder Político e Classes Sociais. São Paulo: Martins Fontes, 1977.

UNESCO. Declaração de Salamanca sobre Princípios, Política e Práticas na Área das Necessidades Educativas Especiais.1994.

UNESCO. Declaração Mundial sobre Educação para Todos: satisfação das necessidades básicas de aprendizagem. Jomtien, Tailândia. 1990.

Número

Sección

Artigos