Da Marinha francesa nos trópicos: apontamentos sobre o problema colonial da febre amarela nas Antilhas à época da Restauração Bourbon

Autores/as

  • Daniel Dutra Coelho Braga Universidade Federal do Rio de Janeiro image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.23871/dimensoes-n41-21494

Resumen

No intuito de explicitar entrelaçamentos entre dinâmicas ecológicas, produção de conhecimento e configuração de Estados, o artigo analisa o colonialismo francês nas Antilhas elencando como objeto a febre amarela enquanto problema colonial. Para tanto, analisa-se o circuito de cartas enviadas por médicos navais nas Antilhas à Direção de Administração das Colônias em Paris em 1820, com ênfase na carta escrita pelo médico instalado em Guadalupe em 1817, Henri Joseph Vatable, a qual foi publicada nos “Annales maritimes coloniales”, periódico de decisões administrativas e formulações científicas do Ministério da Marinha e das Colônias. Ressalta-se o controle do movimento de populações nas diferenças de relevo das ilhas como medida colonial mais importante para enfrentar o problema da febre amarela.

Biografía del autor/a

  • Daniel Dutra Coelho Braga, Universidade Federal do Rio de Janeiro
    Doutorando em História Social pelo Programa de Pós-graduação em História Social da UFRJ

Publicado

2018-12-27

Número

Sección

Dossiê: Percursos históricos: ciência, tecnologia e meio ambiente