https://periodicos.ufes.br/dimensoes/issue/feed Dimensões 2021-08-16T14:26:06+00:00 Profº Drº Ueber José de Oliveira e Profa. Dra Karulliny Silverol Siqueira revistadimensoes@ufes.br Open Journal Systems Dimensões – Revista de História da Ufes é um periódico semestral voltado para a divulgação de pesquisas inéditas sob a forma de dossiês ou artigos livres, publicando também resenhas de lançamentos recentes. https://periodicos.ufes.br/dimensoes/article/view/36293 Entre corpos, identidades e recortes: a história do vestir masculino em debate 2021-08-15T16:40:56+00:00 André Rocha Cordeiro lucasonobraga@gmail.com <p>Resenha de SIMILI, Ivana Guilherme; BONADIO, Maria Cláudia (Orgs.). <em>Histórias do vestir masculino</em>: narrativas de moda, beleza e elegância. Maringá: Eduem, 2017.</p> 2021-08-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Dimensões https://periodicos.ufes.br/dimensoes/article/view/36276 Abertura 2021-08-15T15:29:29+00:00 Sergio Alberto Feldman lucasonobraga@gmail.com <p>Abertura da sessão de homenagens do dossiê.</p> 2021-08-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Dimensões https://periodicos.ufes.br/dimensoes/article/view/36279 Uma historiadora inspiradora, Margarida Maria de Carvalho 2021-08-15T15:56:14+00:00 Pedro Paulo A. Funari lucasonobraga@gmail.com <p>Homenagem do Dr. Pedro Funari a Dra. Margarida Maria de Carvalho.</p> 2021-08-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Dimensões https://periodicos.ufes.br/dimensoes/article/view/36280 Algumas palavras sobre Terezinha Oliveira 2021-08-15T16:00:02+00:00 Angelita Marques Visalli lucasonobraga@gmail.com <p>Homenagem para Dra. Terezinha Oliveira.</p> 2021-08-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Dimensões https://periodicos.ufes.br/dimensoes/article/view/36281 Homenagem à Adriana Zierer 2021-08-15T16:02:29+00:00 Mário Jorge da Motta Bastos lucasonobraga@gmail.com <p>Homenagem à Adriana Zierer.</p> 2021-08-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Dimensões https://periodicos.ufes.br/dimensoes/article/view/36282 Apresentação do dossiê 2021-08-15T16:04:44+00:00 Kellen Jacobsen Follador lucasonobraga@gmail.com Sergio Alberto Feldman lucasonobraga@gmail.com <p>Apresentação do presente dossiê.</p> 2021-08-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Dimensões https://periodicos.ufes.br/dimensoes/article/view/36283 El “otro” en la España medieval: ¿convertirlo o temerlo? 2021-08-15T16:10:24+00:00 Adeline Rucquoi lucasonobraga@gmail.com <p>En la Península ibérica vivieron durante siglos cristianos, judíos y musulmanes. El tema de una feliz convivencia o, al contrario, de relaciones violentas entre las comunidades ha sido y sigue siendo objeto de múltiples estudios. Hubo en los gobiernos musulmanes y cristianos momentos de proselitismo, conversiones sinceras, bautismos forzados y persecuciones. Con la expulsión de los judíos en 1492 y en 1502 con el edicto que obligó a todos los moros de los reinos, incluido el de Granada, a recibir el bautismo, se cerraba una larga historia de coexistencia de judíos, cristianos y musulmanes en España. A lo largo de esa historia, por lo general, no se puso en práctica el proselitismo preconizado por los textos de cada religión. Donde había convivencia, imperó el temor al vecino, a la contaminación, a su proselitismo.</p> 2021-08-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Dimensões https://periodicos.ufes.br/dimensoes/article/view/36284 Las bendiciones como signo de identidad judía de los judeoconversos castellanos en el tránsito de la Edad Media a la Moderna 2021-08-15T16:13:04+00:00 Enrique Cantera Montenegro lucasonobraga@gmail.com <p>En este artículo se estudian las bendiciones judías que eran pronunciadas de forma habitual por los judeoconversos castellanos, como se contiene en documentación inquisitorial de fines del siglo XV y principios del XVI. Esta práctica les reforzaba en su sentimiento de pertenencia a la comunidad de los hijos de Israel, y contribuía a remarcar una deseada alteridad respecto de los cristianos y el cristianismo. Al tiempo, eran una señal que permitía su fácil identificación como criptojudíos, lo que les ponía en peligro por las denuncias de que podían ser objeto.</p> 2021-08-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Dimensões https://periodicos.ufes.br/dimensoes/article/view/36285 Glosas latinas al corán árabe 384 BNF París, al cod. arab. 7 de la BSB corán de Bellús y al MS. A-5-2 EEAG 2021-08-15T16:15:51+00:00 José Martínez Gázquez lucasonobraga@gmail.com <p>Analisamos os três manuscritos do Alcorão árabe que apresentam glosas em latim entre os manuscritos conhecidos na cristandade latina dos séculos XIV-XVI. O manuscrito árabe 384 da BNF de Paris apresenta um grande corpus de glosas latinas, escritas com a ajuda da segunda tradução latina do Alcorão por Marcos de Toledo feita em 1210. O codigo árabe. 7 do BSB também é importante por seu conjunto abundante de glosas nas línguas latinas e românicas: as duas cópias conhecidas do Alcorão árabe com abundantes glosas em latim. Acrescentamos a eles as traduções latinas das primeiras 19 azoaras de ms. A-5-2 da Escola de Estudos Árabes de Granada.</p> 2021-08-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Dimensões https://periodicos.ufes.br/dimensoes/article/view/36286 Os mouros vistos por cronistas peninsulares do século XV: Pero Carrillo de Huete e Lope de Barrientos e Gomes Eanes de Zurara 2021-08-15T16:18:41+00:00 Julieta Araújo lucasonobraga@gmail.com <p>Olhar para o século XV peninsular pode criar a ilusão de que a geografia política correspondia às divisões dos reinos separados pelos credos religiosos, mas esta aparência é uma forma simplista de abordar esta temática. Um olhar mais atento revela que a teia política e diplomática é cheia de nuances, muito mais complexo do que aparenta e onde reinos cristãos podem se guerrear enquanto têm tréguas com o reino muçulmano de Granada. O longo convívio de séculos entre religiões trouxe guerra, mas também paz e destes tempos ficaram vários testemunhos de cronistas, de que vamos estudar três: Pero Carrillo de Huete, Frei Lope de Barrientos e Gomes Eanes de Zurara.</p> 2021-08-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Dimensões https://periodicos.ufes.br/dimensoes/article/view/36287 Fiel ou infiel? A exteriorização da fé e a classificação religiosa de conversos nos processos inquisitoriais de Cidade Real (1483-1485) 2021-08-15T16:21:52+00:00 Kellen Jacobsen Follador lucasonobraga@gmail.com <p>O artigo busca identificar por meio dos testemunhos de acusação e defesa quais eram os comportamentos que levavam um converso a ser considerado cristão sincero. Discute ainda que havia manifestações variadas de religiosidade, que vão desde a aceitação da verdade cristã ao sincretismo religioso e descrença em alguns dogmas. Contata-se que a exteriorização da fé era de suma importância para a assimilação dos conversos à comunidade cristã, mas não necessariamente era garantia de sinceridade religiosa ou de absolvição perante a Inquisição.</p> 2021-08-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Dimensões https://periodicos.ufes.br/dimensoes/article/view/36288 El altar del judío Nasas y la figura de Elías ¿Sincretismo religioso en tiempos de Gregorio Magno? 2021-08-15T16:24:25+00:00 Rodrigo Laham Cohen lucasonobraga@gmail.com <p>Neste artigo explora-se as possíveis explicações da epístola III, 37 do Registrum Epistularum de Gregório Magno, em que o papa exige punir um judeu chamado Nasas que supostamente havia erguido um altar em nome do profeta Elias que era frequentado por cristãos. O trabalho apresenta, em primeiro lugar, as análises anteriores em torno da carta. Em seguida, analisa-se a viabilidade dos acontecimentos ali narrados e qual era a imagem de Elias e dos altares tanto na obra de Gregório Magno quanto nas literaturas judaica e cristã do período. Dessa forma, busca investigar o que Nasas poderia ter feito na Sicília do século VI e refletir sobre nossas limitações no conhecimento do judaísmo europeu tardo antigo.</p> 2021-08-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Dimensões https://periodicos.ufes.br/dimensoes/article/view/36289 Pedro Afonso 2021-08-15T16:26:52+00:00 Sergio Alberto Feldman lucasonobraga@gmail.com <p>Pedro Afonso é um rabino judeu de Huesca (Aragão) que viveu entre meados do século XI (c. 1062) e a primeira metade do século XII (c. 1140). Optou por se converter ao Cristianismo e ao que tudo indica foi batizado pelo rei de Aragão, Afonso o Batalhador, de quem recebeu o nome, além do prenome de Pedro, o santo do dia. Autor de ampla obra e polemista que alterou radicalmente os termos do debate entre o Judaísmo e o Cristianismo, no século XII. Em primeiro lugar revelou o papel da lei oral judaica, o assim denominado Talmude, que a seu ver distanciava os judeus da revelação comum ás duas religiões, que seria a autoridade (auctoritas) e que era a base da polêmica até então; em segundo lugar, à sua maneira, trouxe aportes pretensamente científicos e racionalistas embasados na filosofia e nas ciências da época (ratio) para a polêmica; e num terceiro aporte refletia sobre a efetiva legalidade da presença judaica nos domínios da Cristandade, que se baseava nos termos da tolerância apregoada por Agostinho de Hipona que vislumbrava num futuro próximo uma função dos judeus na escatologia cristã, pois estes se converteriam no final dos tempos, no Milênio. Assim colocava os judeus contemporâneos como uma espécie de hereges, que se distanciaram da revelação. Pedro Afonso é um marco na agudização da condição judaica no ocidente medieval.</p> 2021-08-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Dimensões https://periodicos.ufes.br/dimensoes/article/view/36290 Families and neighborhoods: Jews and conversos in late medieval Avila 2021-08-15T16:29:31+00:00 Teofilo F. Ruiz lucasonobraga@gmail.com <p>Usando breves estudos de caso prosopográficos de duas famílias judias (e seus parentes Conversos) ao longo de um período de dois séculos, este artigo procura ilustrar a extensão em que várias famílias judias foram uma parte importante da história social, econômica e política de Ávila. Também procuro relacionar a longa história desses grupos de parentesco à topografia urbana de Ávila e às conexões entre certos bairros e ruas, atividade comercial e padrões de habitação judaico e converso. Um estudo de caso final examina as atividades econômicas e administrativas de uma família Conversos, a de Luis González de San Juan, em Ávila em meados do século XV.</p> 2021-08-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Dimensões https://periodicos.ufes.br/dimensoes/article/view/36291 Lídia Baís: memórias de uma trajetória feminina na arte de Mato Grosso do Sul 2021-08-15T16:31:45+00:00 Fernanda Reis lucasonobraga@gmail.com <p>O presente artigo integra o texto final da tese de doutorado intitulada: Razão e loucura na produção artística de Lídia Baís. Nuances de uma trajetória feminina, defendida no Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD). Tem por objetivo apresentar alguns aspectos da trajetória de vida e artística de Lídia Baís, artista sul-mato-grossense. Dos acontecimentos de sua vida, que foram considerados transgressores em relação aos padrões impostos às mulheres na primeira metade do século XX, o artigo apresenta quatro obras da artista que no percurso da pesquisa foram analisadas tendo o evento de seu casamento como referência. Como suas obras não eram, em sua maioria, datadas não é possível precisar o contexto em que foram produzidas, mas considerando os elementos simbólicos da obra e a trajetória da artista é a partir dessas pinturas que procuro compreender os dispositivos de poder e controle sobre Lídia Baís no período analisado.</p> 2021-08-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Dimensões https://periodicos.ufes.br/dimensoes/article/view/36292 Pirenópolis/GO: de antigas Minas de Nossa Senhora do Rosário a circuito de turismo nacional 2021-08-15T16:35:58+00:00 Maria Idelma Vieira D'Abadia lucasonobraga@gmail.com Milena D'Ayala Valva lucasonobraga@gmail.com João Guilherme da Trindade Curado lucasonobraga@gmail.com <p>O universo urbano de Pirenópolis, antiga Meia Ponte, como palco da investigação proposta, será analisado em três momentos específicos: a mineração, a agropecuária e o turismo. A perspectiva de análise, pautada em discussões estabelecidas a partir da sociedade pirenopolina, compõe a historicidade da constituição espacial do núcleo urbano minerador quase que esvaziado durante o período dedicado à agropecuária, mas que por estar no “entroncamento” de caminhos acabou colaborando para a manutenção e a preservação dos aspectos arquitetônicos e urbanísticos que posteriormente foram reconhecidos como patrimônio nacional, o que também incentivou o turismo local, responsável pelas transformações atuais. Propomos três abordagens sobre o mesmo espaço geográfico, Pirenópolis, em distintos tempos históricos e com olhares interdisciplinares, pretendendo, assim, refletir sobre a evolução do espaço urbano, do século XVIII ao século XXI.</p> 2021-08-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2021 Dimensões