DESENVOLVIMENTO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL: A PERSPECTIVA ECOLÓGICA DA FORMAÇÃO EM CONTEXTO

Autores/as

  • Mônica Appezzato Pinazza Professora Associada (Livre-docente) do Departamento de Metodologia de Ensino e Educação Comparada da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo - EDM/FEUSP, São Paulo/SP, Brasil.
  • Paulo Sérgio Fochi Doutorando da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo com bolsa sanduíche CAPES de estágio doutoral no exterior, docente do curso de Pedagogia da UNISINOS e coordenador do Observatório da Cultura Infantil – OBECI, Porto Alegre/RS

DOI:

https://doi.org/10.22535/cpe.v0i47.21332

Resumen

Os conceitos de contextualismo e de ecologia do desenvolvimento humano compõem a compreensão de formação de professores na perspectiva da educação permanente, ou seja, como um processo contínuo de desenvolvimento profissional que ocorre no plano de interconexão dos contextos experienciais dos professores e em íntima relação com o desenvolvimento de seus ambientes de trabalho. Esse é o enquadramento interpretativo da formação de profissionais para a educação infantil de que se valem pedagogias participativas, tais como a abordagem da Pedagogia-em-Participação, na defesa correspondente de um currículo aberto que abriga práticas educativas colaborativas, sensíveis e interessantes em favor da participação das crianças e de suas famílias no processo educativo e da promoção e sofisticação crescente das experiências de aprendizagens infantis. Partindo desses preceitos, o presente artigo relata dois estudos de caso de processos formativos que se reconhecem como formação em contextos integrados. Um dos casos, resultante de uma investigação-ação, apresenta elementos relativos ao processo de formação e fortalecimento de lideranças (diretora e coordenadora pedagógica) de uma creche paulistana. O outro caso tematiza as ações e os impactos de formação de professoras no Rio Grande do Sul no interior de um projeto denominado Observatório da Cultura Infantil - OBECI.