O TRATADO DE EDUCAÇÃO E MUDANÇAS CLIMÁTICAS: UMA ABORDAGEM FENOMENOLÓGICA

Autores/as

  • Giseli Dalla Nora Universidade Federal de Mato Grosso Departamento de Geografia
  • Rosana Manfrinate Universidade Federal de Mato Grosso image/svg+xml
  • Michele Sato Universidade Federal de Mato Grosso image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.22535/cpe.v0i48.22388

Resumen

Este artigo tem por objetivo fomentar a reflexão sobre as mudanças climáticas e a Educação Ambiental (EA) e refletir como o Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis pode contribuir para o diálogo sobre as mudanças climáticas. Por pensar assim, o Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global contribui com o debate frente à atual problemática das mudanças climáticas, levando a comunidade científica internacional e toda a sociedade civil a pensar nas injustiças ambientais e, em especial, nas injustiças climáticas, pois as mudanças relacionadas ao clima atingem a parcela da população que menos contribui com seus processos formadores, ou seja, são as pessoas mais pobres, com menos acesso aos bens de consumo e que possuem relação de subsistência com o ambiente natural que sofrem seus impactos.

Biografía del autor/a

  • Giseli Dalla Nora, Universidade Federal de Mato Grosso Departamento de Geografia

    Universidade Federal de Mato Grosso
    Departamento de Geografia

  • Rosana Manfrinate, Universidade Federal de Mato Grosso
    Possui graduação em Licenciatura Plena e Bacharelado em História pela Universidade Federal de Mato Grosso (1996). Mestrado em Educação pela Universidade Federal de Mato Grosso (2011), Doutorado em Educação Pela Universidade Federal de Mato Grosso (2018) Ambiental. Atualmente é analista de meio ambiente - Secretaria de Meio Ambiente de Estado de Mato Grosso. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Ambiental, atuando principalmente nos seguintes temas: Educação Ambiental, Gênero, Educação Popular, Comunidades, Justiça Climática.
  • Michele Sato, Universidade Federal de Mato Grosso
    MICHÈLE SATO é licenciada em Ciências Biológicas (São Paulo: UNISA, 1982), mestre em Filosofia (Norwich: University of East Anglia, 1992), doutora em ciências (São Carlos: UFSCar, 1997), pós-doutorado em Educação (Université du Quèbec à Montréal, Canadá, 2007), pós-doutorado em educação na Universidade A Coruña, Espanha, 2014). É docente titular no Programa de Pós-Graduação em Educação na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e pesquisadora do Grupo Pesquisador em Educação Ambiental, Comunicação e Arte (GPEA). Principais áreas de atuação: educação ambiental, ecofenomenologia, artes, direitos humanos, mitopoética e epistemologia popular.

Publicado

2018-12-14