A categoria de subjetividade em Marx e Lukács
Resumo
O texto busca apresentar notas teóricas sobre a categoria de subjetividade, tendo por base a produção do jovem Karl Marx e a obra de maturidade de György Lukács. Coloca-se em questão a unidade e contraditoridade entre os polos objetividade/subjetividade enquanto trabalho e práxis surgem como atividades sociais produtoras da existência humana. A consciência deixa de ser um fenômeno de expressão biológica e adquire a função de mola propulsora dos pôres teleológicos que, na tensão dialética com a causalidade, transforma e modifica os itinerários originais do mundo orgânico e não orgânico. Noções lukacsianas como objetivação, alienação e estranhamento explicitam os desafios da constituição da subjetividade frente às determinações do metabolismo do capital.
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