Política social fetiche: a serviço de quem?
Resumo
Este artigo discute sobre a centralidade do papel do Estado na sociedade moderna. Para tanto, contextualiza a origem do Estado e da sociedade civil a partir de concepções contratualistas, hegeliana e marxista. O objetivo é refletir sobre a intervenção estatal por meio do caráter fetichizador das políticas sociais e outros instrumentos. No decorrer do artigo são exemplificados dados que nos indicam o processo de hipertrofia do Estado, como define Mandel (1982), sobretudo com a intensificação da crise estrutural desencadeada a partir de 1970. Por fim, conclui-se que o Estado e, portanto, suas políticas sociais, cada vez mais, estão à serviço do capital.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Licença Creative Commons
Creative Commons Attribution 4.0 International License
Política de acesso livre
Acesso aberto imediato (open access). Os Anais atendem à definição de acesso aberto, possibilitando acesso completo a todo o conteúdo publicado, licenciado sob uma licença Creative Commons. Os usuários deste periódico poderão ler, baixar, copiar e distribuir o conteúdo disponível, desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original.