Coerção e consenso no imperialismo: impedimentos à democratização na América Latina
Abstract
Por meio de uma discussão acerca das relações entre imperialismo, Estado e capitalismo dependente, articulada ao debate sobre soberania e as principais justificativas dos Estados imperialistas para assegurar a acumulação nos países de capitalismo dependente, este trabalho busca demonstrar que as potências hegemônicas, sobretudo os Estados Unidos, com o intuito de alcançar os seus interesses econômicos e geopolíticos, têm feito o uso da coerção e conquistado também a liderança no mundo pela via do consentimento, que acentuam os impedimentos para a democratização na América Latina ao longo do século XX e início deste novo século.References
Brasil. Lei nº 12.871, de 22 de outubro de 2013. Institui o Programa Mais Médicos, altera as Leis n. 8.745, de 9 de dezembro de 1993, e n. 6.932, de 7 de julho de 1981, e dá outras providências. Diário Oficial da União. 23 Out 2013 [acesso em out 2014]. Disponível em: <http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/indexjsp?jornal=1&pagina=1&data=23/10/2013>.
Scremin L, Javorski E. O enquadramento das notícias sobre os estrangeiros do Programa Mais Médicos. In: Encontro de Pesquisa em Comunicação: Comunicação e Sociedade: Diálogos e Tensões, V Enpecom Comunicação e Sociedade: Diálogos e Tensões. UFPR, 2013; 5:95-107.
Segalin M. O Programa Mais Médicos: um estudo de imagem a partir da Revista Veja [Trabalho de Conclusão de Curso]. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Comunicação Social – Relações Públicas; 2013.
Morais I, Alkmin D, Lopes J, Santos M, Leonel M, Santos R et al. Jornais Folha de São Paulo e Correio Braziliense: o que dizem sobre o Programa Mais Médicos? Rev. esc. enferm. USP 2014; 48(2):107-15.
Emerich TB, Emmerich A, Cavaca A, FRanco F. A Responsabilidade Midiática na divulgação das Políticas Públicas de Saúde no Brasil: o Sistema Único de Saúde e o Programa Mais Médicos. Revista Destarte 2015; 5(2):153-64.
Adorno TW. Indústria Cultural e Sociedade. São Paulo: Paz e Terra; 2002.
Miège B. As indústrias culturais e mediáticas: uma abordagem sócio-econômica, Matrizes 2007; 1(out):41-54.
Wasko J. Estudando a Economia Política dos Media e da Informação. In: Souza H. (org.) Comunicação, Economia e Poder. Portugal: Porto Editora; 2006, p. 29-60.
Mosco V. Current Trends in the Political Economy of Communication. Global Media Journal 2008; 1(1):45-63.
Grupo folha. Conheça o Grupo Folha. [acesso em agosto 2016]. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/institucional/conheca_o_grupo.shtml>.
Gibbs G. Análise de dados qualitativos. Porto Alegre: Artmed; 2009.
Bardin L. Análise de Conteúdo. Lisboa: Ed. Edições 70; 2011.
Brasil. Diagnóstico da saúde no Brasil. [acesso em abril 2015]. Disponível em: <http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/acoes-e-programas/mais-medicos/mais-sobre-mais-medicos/5952-diagnostico-da-saude-no-brasil>.
Organização Pan-americana da Saúde. Implementação do Programa “Mais Médicos” em Curitiba. Experiências inovadoras e lições aprendidas. Brasília, DF: OPAS; 2015.
Povoa L, Andrade MV. Distribuição geográfica dos médicos no Brasil: uma análise a partir de um modelo de escolha locacional. Cad. Saúde Pública [online]. 2006; 22(54):1555-64.
Brasil. Demografia Médica no Brasil. Coordenação de Mário Scheffer; Equipe de Pesquisa: Alex Cassenote, Aureliano Biancarelli. São Paulo: Conselho Federal de Medicina do Estado de São Paulo: Conselho Federal de Medicina, v. 2; 2013.
Oliveira FP, Vanni, T, Pinto HA, Santos JTR, Figueiredo AM, Araújo SQ, Matos MFM, Cyrino EG. “Mais Médicos”: a Brazilian program in na international perspective. . Interface – Comunic, Saúde, Educ. 2015; 19(54):623-34.
Pereira LL, Silva HP, Santos LMP. Projeto Mais Médicos para o Brasil: estudo de caso em comunidades quilombolas. Revista da ABPN 2015; 7(16):28-51.
Santos LMP, Costa AM, Girardi SN. Programa Mais Médicos: uma ação efetiva para reduzir iniquidades em saúde. Ciênc. saúde coletiva 2015; 20(11):3547-52.
Galavote HC, Franco TB, Freitas PSS, Lima EFA, Garcia ACP, Andrade MAC, Lima RCD. A gestão do trabalho na estratégia saúde da família: (des)potencialidades no cotidiano do trabalho em saúde. Saúde Soc. 2016; 25(4):988-1002.
Gonçalves RF, Souza IMC, Tanaka OY, Santos CR, Brito-Silva K, Santos LX, Bezerra AFB. Programa Mais Médicos no Nordeste: avaliação das internações por condições sensíveis à Atenção Primária à Saúde. Ciênc Saúde Colet 2016; 21(9):2815-2824.
Santos JBF, Maciel RHM, Maia ALLN, Guimarães EPA. Médicos estrangeiros no Brasil: a arte do saber olhar, escutar e tocar. Saúde Soc. 2016; 25(4):1003-16.
Comes Y, Trindade JS, Pessoa VM, Barreto ICHC, Shimizu HE, Dewes D, Arruda CAM, Santos LMP. A implementação do Programa Mais Médicos e a integralidade nas práticas da Estratégia Saúde da família. Ciên Saúde Colet 2016; 21(9):2729-38.
Miranda GMD, Mendes ACG, Silva ALA, Santos Neto PM. A ampliação das equipes de saúde da família e o Programa Mais Médicos nos municípios brasileiros. Trabalho, Educação e Saúde 2017; 15(1):131-45.
Ibope media. Retro Perspectiva Investimento Mercado publicitário 2014. [acesso em julho 2016]. Disponível em: <http://www4.ibope.com.br/media/investimento_publicitario_2014/#_ga=1.121299848.1447168882.1415936558>.
Tremblay G. Industries culturelles, économie créative et société de l’information, Global Media Journal - Canadian Edition 2008; 1(1):65-88.
Kelner D. Media Industries, Political Economy and Media/Cultural Studies: An articulation. In: Holt J, Perren A. Media Industries: History, Theory and Method. WILEY-BLACKWELL; 2009, p. 95-107.
Briggs A. Uma história social da mídia: de Gutenberg à Internet / Asa Briggs e Peter Burke; tradução Maria Carmelita Pádua Dias; revisão técnica Paulo Vaz. — 2.ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Jorge Zahar ed.; 2006.
Napoli PM. Media Economics and the Study of Media Industries. In: Holt J, Perren A. Media Industries: History, Theory and Method. WILEY-BLACKWELL; 2009, p. 95-107.