Serviço social nos documentos do serviço nacional de informações (1964-1991)
Abstract
O artigo busca refletir sobre os expressivos desafios postos ao campo do serviço social e aos assistentes sociais durante a ditadura militar no Brasil, recuperando elementos sócio-históricos da profissão. Apresenta resultados parciais de pesquisa em andamento sobre o tema que, em linhas gerais, pretende compreender quais foram os impactos do regime de exceção de 1964 a 1985 para a profissão e para os assistentes sociais que a desempenhavam ou que estavam em formação. A pesquisa baseia-se em fontes documentais primárias e em depoimentos de assistentes sociais citados nos documentos localizados. Nesta comunicação são apresentados resultados parciais do estudo a partir de documentos do extinto Serviço Nacional de Informações (SNI).References
REFERÊNCIAS
Araujo IS, Cardoso JM. Comunicação e Saúde. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz; 2007.
Murtinho R. Estado, comunicação e cidadania: diálogos pertinentes sobre a relação entre direito à saúde e direito à comunicação [tese]. Universidade Federal Fluminense; 2012.
Silva LM. Publicidade do poder, poder da publicidade. In. Comunicação Pública: Estado, mercado, sociedade e interesse público. Org. Paulo Duarte. São Paulo: Atlas; 2012
Organização Mundial de Saúde. Outbreak communication guidelines. Geneva: 2005 [citado 2014 set 14]. Disponível em: http://www.who.int/infectious-disease-news/IDdocs/whocds 200528/whocds200528en.pdf
Brasil. Diretrizes nacionais para a prevenção e controle de epidemias de dengue Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Brasília (DF); Ministério da Saúde; 2009.
Brasil. Estratégia de Resposta ao vírus Zika e o combate ao mosquito transmissor. Governo Federal (DF); 2016
Pimenta DN. Mosquito bom é mosquito morto? REVISTA CIÊNCIA HOJE [Internet] 2016 [citado 2016 out 29],336 Disponível em:
http://www.cienciahoje.org.br/revista/materia/id/1022/n/mosquito_bom_e_mosquito_morto
Lucchese G. Globalização e regulação sanitária: os rumos da vigilância sanitária no Brasil [tese]. Rio de Janeiro (RJ): Escola Nacional de Saúde Pública, Fundação Oswaldo Cruz; 2001.
Freimuth V, Linnan H. W., & Potter P. Communicating the threat of emerging infections to the public. Emerging Infectious Diseases. 2000; 6:337-34.
Murdock G, Petts J, Horlick, Jones T. After amplification: rethinking the role of media in risk communication. In: Pidgeon N, Kasperson R, Slovic P, eds. The social amplification of risk. Cambridge: Cambridge University Press; 2003.
BOURDIEU P. O Poder simbólico. Lisboa: Difel; 1989.
Eldridge J, Reilly J. Risk and Relativity: the Case of BSE. Paper presented to the Social Amplification of Risk Workshop, Cumberland Lodge, Setembro; 1999.
SANTOS, Gilmar. Princípios da publicidade. Belo Horizonte: Editora UFMG; 2005.
Campos VTN. Acabar com a dengue é uma guerra de todos?: a presença do discurso mobilizador nas campanhas publicitárias de prevenção à dengue da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais. [dissertação]. Universidade Federal de Minas Gerais; 2016.
Abril G. Análisis crítico de textos visuales. Madrid: Editorial Síntesis; 2007.
Segovia A. En Las contradicciones del sistema y los cambios legislativos en el ámbito comunicacional en España [Internet] 2008 [citado 2016 out 29]. Disponível em:
Zallo R. Economía de la comunicación y de la cultura. Madrid: Akal; 1988.
Rüdiger F. Elementos para a crítica do jornalismo moderno: conhecimento comum e indústria cultural. Revista Famecos; 2010;17(3):216.
Habermas J. Mudança estrutural da esfera pública. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro; 1984.
Marshall L. A estética da mercadoria jornalística. Biblioteca On-line de Ciências da Comunicação; 2007 [Internet]. [citado 9 de agosto de 2016]; Disponível em: http://mbaexecutivo.unisinos.br/pag/marshall-leandro-estetica-mercadoria-jornalistica.pdf
Gomes PG. Comunicação Social: filosofia, ética, política. São Leopoldo: Ed. Unisinos; 1997.
Liedtke PF. Políticas públicas de comunicação e o controle da mídia no Brasil. Revista Eletrônica dos Pós-Graduandos em Sociologia Política da UFSC, Florianópolis. 2003;1(1):39–69.
Pitta AM da R, others. Por uma política pública de comunicação em saúde. 2002 [citado 15 de agosto de 2016]; Disponível em: http://arca.icict.fiocruz.br/handle/icict/486.