Serviço Social e HIV: breves reflexões para a atuação na política de saúde

Authors

  • Andressa de Paula Ramalho Especialista em Atenção Hospitalar. Assistente Social Residente no programa de residência em saúde do adulto com ênfase em doenças crônico-degenerativas- Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)

Abstract

O resumo tem como objetivo apresentar breves reflexões identificadas no trabalho de conclusão de residência “A atuação da/o assistente social nos casos de pessoas que vivem com HIV: um relato de experiência”. O vírus da imunodeficiência humana (HIV)compromete o sistema imunológico, tornando o organismo mais suscetível a agravos de saúde. HIV não é sinônimo de AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida), estágio avançado do comprometimento do sistema imunológico. A transmissão ocorre através do compartilhamento de perfuro-cortantes contaminados, das relações sexuais sem preservativo e da transmissão entre gestante e feto.   Estima-se em 1.679.622 casos notificados entre 1980 e 2025 (Ministério da saúde, 2025). Ao discutir o HIV, é necessário compreendê-lo no contexto social, econômico, histórico e político (Galvão, 2000). Dessa forma, é fundamental discutir sobre a determinação social da saúde, a qual apresenta que o modo de produção capitalista estabelece as condições objetivas para o processo saúde-doença (Correia, Mendes e Carnut, 2022). Nesse sentido, é essencial compreender como o modo de produção capitalista estabelece condições para que o HIV avance e para que as condições de vida por ele postas potencializam a possibilidade de adquirir o vírus. 

Published

2026-08-20