A cor da mão invisível: “Você conhece um economista racista?”
Abstract
O presente trabalho analisa a formação em Ciências Econômicas na Universidade Federal do Espírito Santo a partir da questão racial, articulando experiências concretas dos autores com os debates surgidos em grupos de estudos e disciplinas. Parte-se da hipótese de que o curso reproduz uma tradição que marginaliza raça como categoria analítica, o que se expressa tanto em episódios de racismo quanto na estrutura curricular. A análise evidencia a ausência de abordagem sistemática do tema nas disciplinas e destaca o papel de iniciativas discentes e espaços extracurriculares na incorporação crítica dessas discussões, apontando a necessidade de mudanças institucionais.
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