O movimento Escola Sem Partido e o atual autoritarismo neoconservador
Abstract
Este artigo busca compreender a criação e o funcionamento do movimento “Escola Sem Partido” a partir da lógica política autoritária e reacionária instaurada por grupos políticos neoconservadores que alcançaram força política e apoio social massivo nas últimas duas décadas no Brasil e no mundo. Propomos uma análise bibliográfica crítica e reflexiva sobre o tema e, sobretudo a partir das pesquisas de Resende e Faria (2023) e de Gaudêncio Frigotto (2017) sobre o funcionamento do Escola Sem Partido e o impacto do neoconservadorismo na educação brasileira hoje, concluímos que o ESP em seu modus operandi se constitui a partir de lógica violenta, controladora e punitiva dirigida especialmente a docentes progressistas que questionam a realidade social que vivemos.
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