Relações sociais de gênero, raça e classe no pós-abolição: a herança escravista na formação do mercado de trabalho assalariado no Brasil

Authors

  • Havana Maria Ribeiro Alves Docente do Departamento de Serviço Social da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Doutora em Serviço Social pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Integrante do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Marxismo e Serviço Social (NEPMASS).
  • Julia Victoria Almeida Campos Alves Discente do curso de graduação em Serviço Social da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Integrante do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Marxismo e Serviço Social (NEPMASS).
  • Maria Izadora de Sá Santos Discente do curso de graduação em Serviço Social da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Integrante do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Marxismo e Serviço Social (NEPMASS).
  • Ana Beatriz Santos de Araujo Discente do curso de graduação em Serviço Social da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Integrante do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Marxismo e Serviço Social (NEPMASS).

Abstract

O presente artigo, de teor eminentemente teórico, tem como objetivo investigar de que forma as relações sociais de gênero, raça e classe, no contexto pós-abolição, estruturaram a formação do mercado de trabalho assalariado no Brasil. Para tanto, analisa papel do escravismo colonial brasileiro nas desigualdades de raça, gênero e de classe, relacionando a herança colonial com a formação do mercado de trabalho assalariado no Brasil. De natureza qualitativa, este artigo realizou-se mediante pesquisa bibliográfica. Os resultados indicam que a formação do mercado de trabalho assalariado no Brasil está profundamente vinculada à herança do escravismo colonial, articulando raça, gênero e classe na constituição do capitalismo dependente brasileiro.

Published

2026-08-20