Política social fetiche: a serviço de quem?

Authors

  • Julliana Melo Nascimento Toledo Assistente Social e Mestranda do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Serviço Social da PUC Goiás, bolsista contemplada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg).
  • Maisa Miralva da Silva Assistente Social, Doutora e Mestre em Política Social pela UnB; professora de Pós-Graduação Stricto Sensu em Serviço Social da PUC Goiás e Pró-reitora de Assuntos Estudantis da Universidade Federal de Goiás (UFG).

Abstract

Este artigo discute sobre a centralidade do papel do Estado na sociedade moderna. Para tanto, contextualiza a origem do Estado e da sociedade civil a partir de concepções contratualistas, hegeliana e marxista. O objetivo é refletir sobre a intervenção estatal por meio do caráter fetichizador das políticas sociais e outros instrumentos. No decorrer do artigo são exemplificados dados que nos indicam o processo de hipertrofia do Estado, como define Mandel (1982), sobretudo com a intensificação da crise estrutural desencadeada a partir de 1970. Por fim, conclui-se que o Estado e, portanto, suas políticas sociais, cada vez mais, estão à serviço do capital.

Published

2026-08-20

Issue

Section

Comunicações Orais - Política Social: Fundamentos histórico-teóricos, análise, avaliação e financiamento