O OLHAR DE DISCENTE SOBRE EXPERIÊNCIA EXTENSIONISTA COM IDOSOS

Autores/as

  • Tatiane Brasilino
  • Juliana de Aquino da Fonseca Doronin

Resumen

Pesquisas apontam que a população idosa vem crescendo cada vez mais, o que justifica ações efetivas de atendimentos a está população. Este trabalho tem por objetivo apresentar o relato de experiência da discente bolsista do projeto Viver Melhor durante o período de outubro de 2015 a novembro de 2016. Utilizou-se as principais referências de ALMEIDA, BORGES e ARAÚJO, MOITA e ANDRADE que contribuíram com a reflexão sobre a temática do idoso, onde concluiu-se que a temática referente aos idosos necessita ser trabalhada no cotidiano acadêmico.

Referencias

ALVES, F. J. D’Os sertões como obra historiográfica. In: GUIMARÃES, M. L. S. (org.). Estudos sobre a escrita da história. Rio de Janeiro: 7Letras, 2006. p. 185-191.

ANDERSON, Benedict. Comunidades imaginadas: reflexões sobre a origem e a difusão do nacionalismo. Tradução: Denise Bottman. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

ANHEZINI, Karina. Um metódico à brasileira: a História da historiografia de Afonso de Taunay (1911-1939). São Paulo: Editora Unesp, 2011.

BARRETO, Lima. Triste fim de Polycarpo Quaresma. Rio de Janeiro: Typ. “Revista dos Tribunaes”, 1915. Disponível em: http://www.brasiliana.usp.br/bbd/handle/1918/00118100. Acesso em: 20 mai. 2014.

BESOUCHET, L. Renan e o imperador do Brasil (Influência e contraste). In: La Bretagne, le Portugal, le Brésil. Echanges et rapports. Actes du Cinquantenaire de la création en Bretagne de l’enseignement du portugais, Université de Haute Bretagne, Université de Bretagne Occidentale, Université de Nantes, 1973, p. 331-58.

BOMFIM, M. O Brazil na História: deturpação das tradições, degradação política. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1930.

CARVALHO, J. M. de. A memória nacional em luta contra a história. Folha de São Paulo, 12 nov. 2000. Mais!, p. 18-19. Disponível em: http://acervo.folha.uol.com.br/resultados/?q=Renan&site=&periodo=acervo&x=8&y=10. Acesso em: 05 fev. 2016.

CEZAR, T. Varnhagen entre os antigos, os modernos e os “selvagens”: estudo introdutório de “A origem turaniana dos tupis e dos antigos egípcios”. In: GLEZER, R.; GUIMARÃES, L. M. P. (Orgs.). Varnhagen no caleidoscópio. Rio de Janeiro: Fundação Miguel de Cervantes, 2013. p. 317-345.

CORRESP. do correio. Correio Paulistano, Anno X, n. 2234, 25 out. 1863. p. 2. Disponível em: http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/. Acesso em: 10 fev. 2016.

CUNHA, Euclides da. Os sertões: campanha de Canudos. 3ª ed. corrigida. Rio de Janeiro; São Paulo: Laemmert C., 1905. Disponível em: http://www.brasiliana.usp.br/bbd/handle/1918/00451800. Acesso em: 09 maio 2014.

DANTAS, R. M. M. C.; KUBRUSLY, R. S.; APRÍGIO, P. V. Os Registros de Ladislau Netto impressos na história científica do Museu Nacional. In: XXVII Simpósio Nacional de História: Conhecimento Histórico e Diálogo Social, 2013, Natal - RN. Anais do XXVII Simpósio Nacional de História - Associação Nacional de História, 2013.

DEIRÓ, Eunápio. Os conchyliositos do Brasil (memoria pelo conde de La Hure, traduzida pelo Dr. Eunapio Deiró). Correio Mercantil, Anno XXII, n. 338, 12 dez. 1865, p. 2. Disponível em: http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/. Acesso em: 10 fev. 2016.

DUPONT-SOMMER, A. Ernest Renan et le Corpus des Inscriptions sémitiques. In: Comptes rendus des séances de l'Académie des Inscriptions et Belles-Lettres, 112e année, N. 4, 1968. p. 535-546. Disponível em: http://www.persee.fr/web/revues/home/prescript/article/crai_0065-0536_1968_num_112_4_12307. Acesso em: 02 mai 2014.

FERREIRA, Ligia Fonseca. Luiz Gama: um abolicionista leitor de Renan. Estudos Avançados, 21(60), 2007. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-40142007000200021&script=sci_arttext. Acesso em: 30 jun. 2010.

FERRETTI, Danilo J. Zioni. A construção da paulistanidade: identidade, historiografia e política em São Paulo (1856-1930). 2004. Tese (Doutorado em História) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo.

FOUCAULT, Michel. A Arqueologia do Saber. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1987.

FRANÇA. O Liberal, Anno II, n. 36, 1 de abril de 1862, p. 2. Disponível em: http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/. Acesso em: 10 fev. 2016.

GODET, Rita Olivieri. Ernest Renan et le projet nationaliste de Mário de Andrade. In: BAREL, Ana Beatriz Demarchi. (Org.). Os nacionalismos na literatura do século XX. Os indivíduos em face das nações. Coimbra: Minerva Coimbra, 2010, p. 147-160.

GONTIJO, R. Manoel Bomfim (1868-1932) e O Brasil na História. Dissertação (Mestrado em História) – Departamento de História da Universidade Federal Fluminense, Rio de Janeiro, 2001.

GUIMARAES, M. L. L. S. A cultura histórica oitocentista: a constituição de uma memória disciplinar. In: Sandra Pesavento. (Org.). História cultural: experiências de pesquisa. Porto Alegre: Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2003, p. 9-24.

HOBSBAWM, E. A Era do Capital, 1848-1875. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.

IHGB. Parecer acerca das memórias sobre o modo pelo qual se deve escrever a história do Brasil. In: GUIMARÃES, Manoel Luiz Salgado. Livro de fontes de historiografia brasileira. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2010, p. 103-114.

INFLUXO. In: ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de filosofia. 5ª ed. Tradução da 1ª edição brasileira coordenada e revista por Alfredo Bosi. São Paulo: Martins Fontes, 2007. p. 565.

LUÍS, Washington. Na capitania de São Vicente. Brasília: Senado Federal, Conselho Editorial, 2004. (Edições do Senado Federal; v. 24).

MARTINS, Estevão de Rezende. Theodor Mommsen (1817-1903). In: MARTINS, Estevão de Rezende (org.). História Pensada: teoria e método na historiografia europeia do século XIX. São Paulo: Contexto, 2010. p. 101-122.

MARTIUS, Karl Friederich Philipe von. Como se deve escrever a história do Brasil. In: GUIMARÃES, Manoel Luiz Salgado. Livro de fontes de historiografia brasileira. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2010, p. 61-91.

MR. RENAN. Diario de Pernambuco, anno XL, n. 42, 22 fev. 1864. p. 2. Disponível em: http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/. Acesso em: 10 fev. 2016.

NETTO, Ladislau. Lettre a Monsieur Ernest Renan a propos de l’inscription Phenicienne apocryphe soumise en 1872 a l’Institut historique, geographique et ethnograpique du Brésil. Rio de Janeiro: Lombarts et Comp, 1885. Disponível em: http://www.obrasraras.museunacional.ufrj.br/o/0040/0040.pdf. Acesso em: 23 maio 2014.

NOTÍCIAS do exterior. Carta do correspondente. Correio Mercantil, 94, 5 abril 1862. p. 1. Disponível em: http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/. Acesso em: 10 fev. 2016.

O ROMANCE de Ernesto Renan Vida de Jesus, Refutado pelo Rev. Padre Freppel. Constitucional, anno II, n. 25, 28 set. 1864. p. 1. Disponível em: http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/. Acesso em: 10 fev. 2016.

RENAN. Folha de São Paulo, 11 out. 1992. Mais!, p. 6-10. Disponível em: http://acervo.folha.uol.com.br/resultados/?q=Renan&site=&periodo=acervo&x=13&y=8. Acesso em: 05 fev. 2016.

RENAN, E. Vie de Jésus. Paris: Michel Lévy Frères libraires éditeurs, 1863.

_____. Jésus. 15. ed. Paris: Michel Lévy Frères libraires éditeurs, 1864.

_____. Saint Paul: depuis le départ de Saint Paul pour sa première mission jusqu’a l’arrivée e Saint Paul a Rome (45-61). Paris: Michel lévy, 1869.

_____. Marc-Aurèle et la fin du Monde Antique: le régne de Marc-Aurèle (161-180). Paris: Calmann-Lévy, 1882.

_____. Vida de Jesus (Origens do Cristianismo). Prefácio da edição brasileira por Martin Claret. São Paulo: Martin Claret, 1996.

_____. Que é uma nação? Tradução de Samuel Titan Jr. Plural; Sociologia, USP, 4, 1. Sem., p. 154-175, 1997. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/plural/article/viewFile/75901/79400. Acesso em: 15 maio 2014.

_____. Vida de Jesus (Origens do Cristianismo). Prefácio da edição brasileira por Martin Claret. São Paulo: Martin Claret, 2004.

_____. O que é uma nação? In: Carlos Manuel Ferreira da Cunha (ed.). Escrever a nação: literatura e nacionalidade (uma antologia). Carlos Cunha e Opera Omnia, 2011. p. 29-44. Disponível em: https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/22435/1/Escrever%20a%20na%C3%A7%C3%A3o.pdf.pdf. Acesso em: 15 maio 2014.

RENAN, Ernesto. Vida de Jesus: (Origens do Cristianismo). 4. ed. Tradução de Eduardo Augusto Salgado. Porto: Chardron, 1915. (História das origens do Cristianismo; v. 1).

SANJAD, N. Ciência de potes quebrados: nação e região na arqueologia brasileira do século XIX. Anais do Museu Paulista, v. 19, p. 133-164, 2011.

SCHWARCZ, L. M. O espetáculo das raças: Cientistas, instituições e questão racial no Brasil – 1870-1930. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.

TONON, M. R. Reinventando o Brasil: Manoel Bomfim e a crítica à historiografia brasileira. Dissertação (Mestrado em História e Sociedade) – Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Faculdade de Ciências e Letras (Campus de Assis), Assis, 2014.

TURIN, Rodrigo. Narrar o passado, projetar o futuro: Sílvio Romero e a experiência historiográfica oitocentista. Dissertação (Mestrado). Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, RS, 2005.

UM POUCO de tudo. Diario de Pernambuco, anno XL, n. 31, 9 fev. 1864, p. 3. Disponível em: http://bndigital.bn.br/hemeroteca-digital/. Acesso em: 10 fev. 2016.

VARNHAGEN, F. A. de. A origem turaniana dos americanos introdutório a tupis-caraíbas e dos antigos egípcios. Indicado pela filologia comparada: traços de uma antiga migração na América, invasão do Brasil pelos tupis etc. (1876). In: GLEZER, R.; GUIMARÃES, L. M. P. (Orgs.). Varnhagen no caleidoscópio. Rio de Janeiro: Fundação Miguel de Cervantes, 2013. p. 346-448.

WALLENSTEIN, Henrique Julio de. Memória sobre o melhor plano de se escrever a história antiga e moderna do Brasil. In: GUIMARÃES, Manoel Luiz Salgado. Livro de fontes de historiografia brasileira. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2010, p.95-100.

Publicado

2017-08-08