Reforma Trabalhista e Desvalorização da Força de Trabalho no Brasil

Autores/as

  • Emelly Mamede Leite Graduanda em Serviço Social na Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
  • Gleizielle N. Coutinho B. de Araújo Mestranda em Serviço Social pelo Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da Universidade Federal da Paraíba
  • Cláudia M. Costa Gomes Professora Permanente no Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da Universidade Federal da Paraíba; Bolsista Produtividade em Pesquisa CNPq

Resumen

Este trabalho apresenta os resultados parciais da pesquisa de Iniciação Científica em andamento (UFPB/PROPESQ/CNPq), intitulada: Reforma Trabalhista e a Queda dos salários. O estudo está vinculado ao plano de trabalho, da dissertação de Mestrado: Reforma Trabalhista e Expropriação de Direitos:  reconfiguração da reprodução da força de trabalho assalariada no Brasil (UFPB/Capes). Ambos projetos fazem interface com o projeto de pesquisa de produtividade CNPq: Crise e dependência: fatores contra restantes nas políticas econômicas brasileiras a partir de 2016. O nosso estudo tem por objetivo analisar os impactos da Reforma trabalhista para a classe trabalhadora, com foco na queda dos salários e examinar sua relação com os  custos de reprodução da força de trabalho. Tendo como marco teórico, a crítica da economia política, que busca extrair da realidade as mediações e contradições do fenômeno investigado. Para isso, tomamos como referência o entendimento de que a Reforma trabalhista é uma determinação do 
ajuste permanente, que tem como exigência a desvalorização da força de trabalho, por meio da precarização e a expropriação de direitos. 

Publicado

2026-08-20