A reprodução do racismo como fator de opressão na educação brasileira

Autores/as

  • Kauã Herculano Pinto Graduanda em Serviço Social (Escola de Serviço Social/UFRJ)
  • Gilda Gonçalves Freire Graduanda em Serviço Social (Escola de Serviço Social/UFRJ)
  • Dafné Yasmim da Costa de Souza Bacharel em Serviço Social (Escola de Serviço Social/UFRJ)
  • Lilian Angélica da Silva Souza Doutora em Políticas Públicas e Formação Humana (UERJ). Professora Adjunta da Escola de Serviço Social da UFRJ

Resumen

O presente resumo tem como objetivo analisar criticamente como o racismo é naturalizado no âmbito educacional brasileiro, sendo historicamente enraizado nas estruturas do período colonial. Neste sentido, o racismo não se configura como um fenômeno aleatório, mas historicamente estruturado e socialmente reproduzido (Eurico, 2020). A metodologia adotada neste trabalho possui abordagem qualitativa e fundamenta-se em relatos de experiência oriundos das oficinas desenvolvidas pelo projeto de extensão e pesquisa Rede de Estudos, Pesquisa, Ensino e Educação sobre Serviço Social (REPENSSE), vinculado à Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ESS/UFRJ). Foram realizadas seis oficinas, entre abril de 2025 e março de 2026, em duas escolas da rede municipal do Rio de Janeiro, com a participação de aproximadamente  60 estudantes do 6º e 9º anos do ensino fundamental. Para a produção dos dados, foram utilizados instrumentos como observação participante, registros em diário de campo e sistematização das falas dos participantes. 

Publicado

2026-08-20