A SOCIOEDUCAÇÃO COMO SAÍDA PARA A CRISE DO CAPITAL: CONCEPÇÕES E LIMITES?
Resumo
Este artigo busca problematizar as concepções de socioeducação, educação e profissionalização presentes a partir da lei 12.594/2012 do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo - Sinase, como pilares do processo de resocialização para os adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas de liberdade assistida, no contexto da contrarreforma. Pretende-se, discutir como as categorias trabalho e educação, que poderiam auxiliar na construção de um projeto político emancipatório aos socioeducandos, são contempladas no SINASE, assim como os limites e dificuldades em promover a ressocialização por meio do processo educativo. Neste contexto, serão analisados alguns resultados de uma pesquisa realizada no município de Campos dos Goytacazes, sobre a execução da medida de liberdade assistida.[1]
Palavras-chave: Educação; Trabalho; profissionalização; Socioeducação.
[1]A pesquisa apresentada faz parte da dissertação de mestrado intitulado Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo: Entre a regulação legal e a prática socioeducativa, apresentada na Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro - UENF, em abril de 2017. A partir da pesquisa documental em 66 Planos Individuais de Atendimento dos adolescentes atendidos.
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