Cultura Hip Hop e serviço social: reflexões sobre a potencialidade periférica e a Proteção Social Básica

Autores

  • Ramon Giovanni Paradiso do Carmo Mestrando em Serviço Social pelo Programa de Pós-Graduação em Serviço Social (PPGSS) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Franca.
  • Edvânia Ângela de Souza Doutora em Serviço Social. Professora do Departamento de Serviço Social da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Franca

Resumo

Este artigo analisa as articulações entre a cultura Hip Hop e o Serviço Social, com foco nas contribuições dessa relação para a instrumentalidade profissional na política de assistência social, em especial na dimensão da Proteção Social Básica (PSB). A partir de uma abordagem crítico-interpretativa, os autores desenvolveram uma pesquisa bibliográfica sobre a LOAS, a PNAS e as diretrizes socioassistenciais contidas nesses instrumentos, articulada a reflexões fundamentadas na atuação do autor na composição do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Franca (CMPC). O estudo problematiza as possibilidades de aproximação entre assistentes sociais e agentes culturais, compreendendo o Hip Hop como mediação socioeducativa, linguagem de resistência e instrumento estratégico para o fortalecimento de vínculos comunitários nos territórios atendidos pela política de assistência social.

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Publicado

2026-08-20

Edição

Seção

Comunicações Orais - Democracia, participação e movimentos sociais