Mulheres rurais entre políticas públicas, território e Agenda 2030

Autores

  • Cynara Pessôa Fontes da Silva Mestranda em Políticas Públicas e Desenvolvimento Local pela Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (EMESCAM)
  • Monica Cattafesta Doutorada em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Espírito Santo e professora do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Políticas Públicas e Desenvolvimento Local da Escola Superior de Ciências da Santa Casa monica.cattafesta@emescam.br de Misericórdia de Vitória – EMESCAM

Resumo

A agricultura familiar desempenha papel central na produção de alimentos, sendo estratégica para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Este estudo analisa como as experiências de mulheres agricultoras em Rio Branco–Acre evidenciam limites na articulação entre políticas públicas e território. Trata-se de pesquisa qualitativa, com entrevistas semiestruturadas realizadas 
com onze agricultoras, avaliadas segundo a análise de conteúdo de Bardin. Os resultados indicam tensão entre pertencimento e limitação, em que o território se apresenta como espaço de identidade e de restrições estruturais. Observam-se desigualdades no acesso a políticas públicas, infraestrutura e mercados, além da sobrecarga feminina, limitando a efetivação dos ODS 2, 5 e 10. 

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Publicado

2026-08-20

Edição

Seção

Comunicações Orais - Territórios, questão agrária e colapso ambiental