Jeff Wall: o Inconsciente Fotográfico
DOI:
https://doi.org/10.47456/rf.v2i18.18676Abstract
O texto busca, por meio de uma chave interpretativa que utiliza fundamentos da teoria da arte e da psicanálise, estabelecer relações entre o significante fotográfico de Jeff Wall e a cena onírica. Na fotografia encenada do artista, temos a simulação do modelo psicanalítico no qual o fotógrafo é o inconsciente, a fotografia (como meio) é o paciente, a foto é o sonho e o espectador, o analista. Nessa solicitação, cabe ao analista ideal dar o “ponto de estofo”, encontrar sentido na metáfora onírica. A fotografia como metáfora encobre um desejo persistente de questionar o reducionismo ontológico e formalista de genealogia fotojornalística como discurso hegemônico da fotografia.References
BARROS, Manoel. Ensaios fotográficos. Recorde, São Paulo: 2000.
_____Memórias Inventadas: A infância. Planeta, São Paulo: 2003.
CANDIDO, A. Educação pela noite & outras noites. Ed. Ática, São Paulo:1989.
FLAUBERT, G. Madame Bovary. São Paulo: L&PM Pocket, 2003.
FREUD, S. Psicopatologia da vida cotidiana. Rio de Janeiro: Imago, 1987.
GENETTE, G. Literatura e Diferença, Abralic: São Paulo.1994.
PAZ, O. A dupla chama: amor e erotismo. São Paulo: Siciliano, 1993.
PRADO, Adélia. Quero minha mãe. São Paulo. Record Editora, 2005
Downloads
Published
Issue
Section
License
The authors of works submitted to Revista Farol authorize their publication in physical and electronic media, solely for academic purposes, and may be reproduced as long as the source is cited. They attest to their originality, authorship and originality.